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sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Surfistas nasceram livres, mas são obcecados.Isto é liberdade?

A matéria que segue abaixo foi retirada do blog o que é isso que por sua vez faz traduções de sites com outras línguas. Segue o texto que traduz um pouco do que é ser surfista.

No surf, quanto mais ondas se pegam mais ondas se querem.
Você sonha com as ondas surfadas, fantasia com ondas que ainda vai surfar, planeia viagens até ondas, ou seja quanto mais surfa, mais quer surfar. O surf pode impedir o sono, pois fica-se a pensar nas ondas.
Só um surfista conhece a sensação de surfar - a liberdade total e a comunhão com a natureza. Se a família causa desgostos, a liberdade está no surf.
Mas a liberdade existe se tudo o que se faz é surfar, planear viagens de surf, e ir para a cama sonhar com surf ? Ou só cria viciados?
O surf pode ser muito viciante ...


Foto da esquerda para direita Felipão. Diego e meu irmão Rafael

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Regras no mar para kitesurf

As embarcações com melhor manobrabilidade são obrigadas a desviar das embarcações que não manobram tão facilmente. Isso faz com que o kite tenha que desviar de quase tudo no mar, com exceção de lanchas e jet skis. Mas, e em relação aos outros kitesurfers?- quem tem a mão direita no sentido do velejo tem a preferência;- em função de ser difícil passar a arrebentação, quem está entrando na água tem preferência sobre quem está velejando em direção à areia, mesmo se estiver com a mão esquerda no sentido do velejo;- quem estiver ultrapassando deve arribar e abaixar o seu kite, enquanto que quem estiver sendo ultrapassado devo subir o kite;- quem salta perde a preferência, além de ter a obrigação de cuidar para não cair em cima de alguém;- os kitesurfers que forem pousar devem ceder a vez àqueles que forem decolar;- quem estiver a sotavento (lado para onde vai o vento) tem preferência sobre quem estiver a barlavento (lado de onde sopra o vento);- na modalidade Wave, o atleta que estiver surfando uma onda tem preferência de passagem.

Segurança

  • Procure um local com no mínimo 150m livres de quaisquer obstáculos como árvores, carros, pessoas, postes, cabos de energia, ruas, cercas e animais;
  • Jamais segure as linhas de vôo ou fique entre elas com o kite voando ou com risco de decolar. Quando tensionadas, são muito cortantes e perigosas. Dica: Alerte banhistas e curiosos para não chegarem muito perto;
  • Nunca empine o kite durante tempestades ou com nuvens carregadas. O equipamento pode virar um perfeito pára-raios;
  • Procure saber a faixa de vento recomendada para seu kite, em relação ao seu peso e não o decole em ventos acima do limite. É muito perigoso estar overpowered, pois o kite pode levantá-lo a muitos metros de altura;
  • Se for iniciante, não veleje com o vento terral. Seu equipamento e você poderão ser levados para alto-mar;
  • Equipamentos de segurança recomendados: capacete, colete flutuante, luvas, faca em gancho (para segurar/cortar a linha em uma emergência) e roupa de neoprene (se levado para longe, você pode ficar dentro dágua por muitas horas);
  • Fique longe de aeroportos e helipontos. Fique alerta com aeronaves em vôo rasante ou procedimento de resgate na sua direção. Caso aconteça, baixe o kite imediatamente. O piloto pode não estar vendo o kite ou as linhas.
  • Evite ficar com a barra engatada no trapézio em terra firme. Se for levantado e/ou arrastado, você pode não conseguir se soltar a tempo. É importante também conhecer e praticar o uso de sistemas de desengate rápido e desarme do seu kite.
  • Na água, tome extremo cuidado com embarcações, pedras e sua própria prancha, principalmente se ela estiver à sua frente, com as quilhas para cima. Muito cuidado também com objetos submersos como pedras, troncos, raízes e corais.
  • Tenha sempre um parceiro para observá-lo e ajudá-lo. Planeje seu velejo - onde você vai decolar, por onde é mais seguro entrar na água, o percurso a ser percorrido, as condições do tempo, direção do vento e correntes, onde você vai sair.
  • Ao praticar kitesurfing nas ondas, lembre-se que ao cair na arrebentação, você pode se enrolar nas linhas;
  • Iniciante deve praticar os procedimentos de decolagem, pouso e auto-resgate;
  • Nunca deixe um kite solto na praia.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Paradoxo no shape room

Atualmente, a maioria das pranchas produzidas no mundo é feita de blocos de poliuretano revestidos com fibra de vidro e resina poliéster, materiais comprovadamente tóxicos, poluentes e inflamáveis. De acordo com o site da Association Clean Shaper, cerca de 600 mil pranchas são produzidas por ano por este método. Até hoje, poucas experiências foram realizadas para tentar reverter este tóxico processo e encontrar formas de dar um fim ecológico aos resíduos gerados, incluindo pranchas velhas. Segundo especialistas, são desperdiçados até 50% da matéria-prima usada na confecção de uma prancha.

No Brasil, o resultado disso correspondente a cerca de 380 toneladas de substâncias tóxicas e inflamáveis depositadas por ano em "lixões" ou aterros simples, sem qualquer tratamento ambiental. Rígidas políticas de controle ambiental da Califórnia levaram ao fechamento, em dezembro de 2005, da gigante mundial Clark Foam, à época detentora de 90% do mercado norte-americano e cerca de 60% do mercado mundial de blocos de poliuretano.

Em busca de soluções

E no resto do mundo, algo está sendo feito para reverter esse quadro? Por enquanto, pode-se falar apenas em ações isoladas, mas já é um começo para uma mudança de consciência. O primeiro passo seria encontrar formas de minimizar os impactos gerados pelo processo tradicional de fabricação. "Apesar de os processos industriais terem evoluído muito nas últimas décadas, as fábricas de pranchas ainda operam praticamente da mesma maneira que há 40 anos", atesta o surfista Paulo Eduardo Grijó, coordenador do Projeto Marbras et Mundi (Movimento Associativo de Reciclagem Brasileira no Surf e no Mundo).

Mestre em Engenharia Ambiental pela Universidade Federal de Santa Catarina, Grijó sistematizou uma metodologia para minimizar o consumo de água, energia elétrica e geração de resíduos no processo fabril das pranchas de surf, além de pesquisar e criar métodos para a recuperação dos resíduos gerados. "Outra prerrogativa deste estudo é maximizar recursos naturais não renováveis, transformando o lixo industrial não eliminável em matéria-prima de segunda geração econômica, com o objetivo de valorizar estes materiais, gerar renda, novos produtos e novas oportunidades de trabalho", explica o engenheiro ambiental.

Na França, a Association Clean Shaper há três anos vem empregando recursos, tempo e energia na busca de novas soluções. "O franco-brasileiro Alexandre de Sonis é um dos responsáveis e já trocamos bastantes figurinhas sobre o assunto", conta Grijó.

Materiais alternativos

O segundo passo consiste em concentrar esforços na busca por materiais alternativos. Neste campo, uma forte tendência é a utilização cada vez maior do EPS (isopor) e da resina epóxi, menos tóxicos que o poliuretano e a resina poliéster e que podem ser reciclados. Há mais de 15 anos o shaper paulista Mario Ferminio se dedica ao aprimoramento dessa técnica. Em 2005 ele decidiu se mudar para Tubarão, em Santa Catarina, onde construiu uma nova fábrica e concebeu um método de produção ecologicamente correto. Hoje Ferminio afirma que consegue reciclar boa parte do lixo que gera.

"Minha fábrica possui estação de tratamento da água usada no polimento e um exaustor que capta e canaliza o pó gerado na lixa seca para um depósito. Além disso, para diminuir o consumo de madeira, passei a usar uma longarina de 3 mm no lugar de 6 mm. Tive que melhorar a qualidade do bloco e do tecido, mas compensa", afirma o shaper.

Recentemente, a multinacional alemã Bayer entrou no mercado com uma nova opção de matéria-prima para a produção de blocos de poliuretano, cuja fórmula substitui o tóxico TDI (Tolueno diisocianato) pelo MDI (Difenil Metano diisocianato), muito menos tóxico e menos agressivo à saúde que o primeiro, segundo os técnicos da Bayer. O novo bloco está em fase final de testes e será comercializado a partir de novembro pela Ocean King, com sede em São Paulo. "Nossa tecnologia é 100% nacional e não utiliza o gás CFC, prejudicial à camada de ozônio. Os resultados obtidos até agora são promissores", adianta Murilo Oliveira, proprietário da empresa.

Outros tipos de materiais também já foram experimentados na confecção de pranchas. A tradicional madeira (oca ou compensada), o softboard (bloco de poliestireno de alta densidade revestido com espuma de polietileno de célula fechada), a tecnologia desenvolvida pela Surftech, feita em molde com espuma expandida e resina epóxi, e até alguns tipos de materiais orgânicos como bambu, fibra de cannabis e um tipo de cipó encontrado na Amazônia. O shaper australiano Frank McWilliams, da Bamboo Surfboards, reveste blocos de EPS com uma espécie de lâmina de bambu e cobre com resina epóxi. Inclusive, o havaiano Sunny Garcia já venceu uma etapa do WCT em Bell's Beach usando uma das pranchas de Williams.

O renomado shaper Jim Banks decidiu experimentar a fibra de cannabis como alternativa. "Em 96, meu corpo já não suportava mais os efeitos de tanta química e fiquei desiludido com a toxicidade da indústria. Passei um tempo fora e quando voltei a Austrália, dediquei alguns anos ao desenvolvimento de uma tecnologia à base de fibra de cannabis. Infelizmente, acabaram os recursos para continuar a pesquisa", escreveu Banks em seu site. No entanto, um grupo britânico com foco ambiental, chamado Eden Project, produziu uma legítima "eco-board" apenas com materiais provenientes da natureza. Depois de shapeado, o bloco de madeira balsa é coberto com uma camada de fibra de cannabis que é laminada com um composto de resina derivado do óleo de uma planta.

Seguindo essa tendência, Grijó está iniciando uma pesquisa para tentar criar blocos a partir de fibras vegetais. "Nessa busca, encontrei uma que vem da Amazônia, de um cipó chamado Jagube, muito resistente e ao mesmo tempo flexível", explica. Para revestir, ele está pesquisando uma resina que é sintetizada a partir da casca de banana. "Os esforços são preliminares, mas a busca é incansável e na medida do possível vamos ceifando a lavoura da sustentabilidade. Aposto minhas fichas no poliuretano biodegradável utilizando óleos vegetais", diz Grijó.

Criatividade a serviço da ecologia

Às vezes, basta um pouco de criatividade para driblar as inconveniências da indústria. O artista plástico Darin Pappas, californiano que há alguns anos vive no Rio de Janeiro, decidiu dar um novo destino às pranchas velhas ou quebradas.
Com muito talento e inspiração, ele transforma esses verdadeiros "tocos" em belíssimas obras de arte, a que chama de "pranchas reencarnadas". As peças criadas por Pappas já rodaram o mundo em mostras e exposições.

"Uma prancha quebrada é apenas lixo, mas com memórias. Gosto de dar a elas novas identidades, sem esquecer que possuem histórias incríveis e já deram muitas alegrias aos seus antigos donos", comenta Pappas. Já os irmãos Igor e Jairo Lumertz, gaúchos que moram no Hawaii, fizeram um protótipo maluco com 85 garrafas pet, com quilhas feitas de CDs de música. Jairo inclusive usou a prancha na tradicional remada anual de Sunset até Waimea e fez sucesso entre o público.
Serviço

Marbras Et Mundi - paulosurfrecycle@yahoo.com.br
Association Clean Shaper - www.cleanshaper.com
Mario Ferminio - www.mfpranchaepoxi.com.br
Ocean King / Bayer - www.oceanking.com.br
Frank Williams / Bamboo - www.bamboosurfboards.com.au
Eden Project - www.edenproject.com/about/1364.html
Darin Pappas - www.ithaka.co.nr

Por Ricardo Macario - rmacario@edpeixes.com.br
(matéria publicada no Guia de Pranchas Fluir, outubro de 2007)

Fonte

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Como ter uma boa remada

Para entrar no mar não basta apenas saber furar onda você também é preciso saber remar e a remada também é muito importante na hora de pegar uma onda, ou seja, saber remar é muito importante para poder surfar.

Abaixo tem dois vídeos onde Rico de Souza ensina como ter uma boa remada.






Dica encontrada no blog http://surfeio.com.br

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Conhecendo o mar e as ondas

Por ser um esporte que não depende somente da vontade do surfista, existem vários fatores externos que precisam se conjugar para que se possa praticá-lo. Nem sempre o mar e/ou o vento apresentam condições favoráveis a pratica do surf na praia mais próxima de sua casa ou seu pico predileto.

De acordo com o posicionamentos geográfico das praias, as influências dos ventos, marés, correntes e a direção do swell, variam muito, portanto, você deve conhecê-los bem para ir ao local certo e fazer um bom surf. O nome dos ventos e das correntes é dado de acordo com a origem dos mesmos. Ex.: Vento que nasce no leste chama-se vento leste.

Ventos e correntes


Para se ter melhor conhecimento sobre ventos e correntes devemos conhecer os pontos cardeais (Norte, Sul, Leste e Oeste). O Sol nasce no Leste e se põe no Oeste, a partir daí saberemos que nome daremos ao vento e quais suas influências no mar.

· O vento terral tem este nome porque sopra da terra para o mar.

· Um vento quente, geralmente aliza o mar e torna as ondas cavadas.

· Muitos dias de vento terral pode acabar com a ondulação.

· O vento maral é o inverso do terral, sopra do mar para a terra.

· Geralmente um vento frio, mexe com o mar e pode acontecer grandes ondulações ou frente fria.


Lua


As variações da lua influem diretamente nas marés, luas fortes (lua cheia e nova) significam marés com muitas variações (muito alta e muito baixa). Luas fracas (minguante e crescente) significam poucas variações de marés. As mudanças das luas também podem influir no tamanho e formação das ondas.

Fundos


Os tipos de fundos têm influência na qualidade da formação das ondas.


· Fundo de Areia:

 São bancos de areia que se modificam de acordo com as correntes e ventos, são cercados de valas que fazem a boa formação das ondas ou não, quando elas estão com pouca força.
Obs.: As valas são buracos ou correntes onde a água empurrada pelas ondulações para praia retorna ao oceano.
Elas ficam sempre entre dois bancos de areia; muito boa para os surfistas pois, chegamos ao fundo com mais facilidade como também perigosas para os banhistas, pois muitos se afogam nelas, lutando contra sua força.
Exemplo de fundos de areia: Barra da Tijuca (RJ), Hossegor (França), Puerto Escondido (México).

· Fundo de Pedra: 

Formados perto de encostas que têm origem no mar, são fundos constantes que só dependem de uma boa ondulação vinda na direção certa. Exemplos de fundos de pedra: Rincon Point (Califórnia), Silviera (SC-Brasil). Em alguns lugares, longe de encostas, existem acúmulos de pedras que fazem ondas de boa formação no meio das praias.

· Recifes de Coral: 

Este tipo de fundo se classifica de duas formas - a que se forma a partir da praia e as que se formam longe das praias.

Nas que se formam longe das praias como Pipeline e Serrambi (Pernambuco), as ondulações encontram as paredes de recifes fazendo com que as ondulações quebrem longe da praia e acabem nos canais (valas). Dependem de um conjunto de fatores para que se tornem realmente boas.

O outro tipo de fundo de coral se forma a partir da praia ou de fundos muito rasos que quase formam pequenas ilhotas e, pela proximidade um do outro como arquipélago, qualquer tipo de ondulação e vento proporciona um bom divertimento fazendo ondas que muitas vezes só conseguimos chegar ao pico usando barcos. (Ex.: Cloudbraks de Tavarua em Fidji). Neste último tipo, se deve ter muita atenção com a variação das marés, pois, uando esta muito baixa se torna muito perigoso (os corais são muito afiados e em muitos momentos ficam expostos podendo causar ferimentos).


Fonte

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Dicionário do Surf

Um Bróther meu convidou para fazer um bate-volta porque tinha entrado um swell no pico e tinha altas morra.

Não entendeu nada? É que muitos surfistas utilizam uma linguagem própria, Quase um dialeto. Para você não ficar mais boiando nas conversas conheça dicionário do surf:

360 ou 3 meia = Manobra em que o surfista executa uma volta completa em torno de si mesmo e continua na mesma direção.

A
ABRASP
= Associação Brasileira de Surf Profissional.
Aerial = Manobra no qual o surfista voa com a prancha.
Air Brush = Pintura que é feita na prancha.
Aloha = Saudações(em havaiano).
Amarelar = Estar com medo.
Amarradão = Estar muito contente ou estar a fim de alguma coisa.
ASP = Association of Surfing Profissionals. A ASP foi criada em 1983, e desde então, até hoje, é o órgão que governa o surf mundial.

B
Back side
= É quando o surfista pega onda posicionando=se de costas para ela.
Back Wash = Quando duas ondas, uma direita e outra esquerda, se encontram.
Badaro = Surfista que conversa com as ondas.
Balde = Cair da prancha.
Bate-volta = Largar tudo para pegar onda
Bater um fio = Telefonar.
Batida = Manobra em que o surfista acerta a crista da onda com a parte de baixo da prancha.Praticamente o mesmo que off=the=lip.
Bateria = Campeonato
Beach Break = Praia com fundo de areia.
Banho = Entrar no mar
Big Rider = Surfista que é bom e gosta de pegar ondas grandes.
Bodyboarder = Nome do atleta que pratica Bodyboard (surf de peito).
Bóia = Prancha .
Bottom = Parte de baixo da prancha.
Bottom-turn = É a curva que se faz na base da onda após o drop.
Bowl = Seção tubular da onda, quando ela já está redonda.
Bróther = Amigo
Buraco = Quando parede da onda se torna rapidamente muito vertical.

C
Cabrero
= Nervoso.
Cabuloso = Quando o mar está meio perigoso .
Caldo = Cair na hora de manobrar ou descer a onda.
Canal = Local onde as ondas não quebram
Cantoneira = A onda que entra no canto.
Casca Gossa = Ser determinado, não ter medo de nada .
Cavada = Fazer uma curva na base da onda em direção a crista. Mesmo que bottom turn.
CBS = Confederação Brasileira de Surf Profissional.
Quebra-coco = Lugar onde quebra onda
Chaço = Prancha velha e muito deteriorada.
Chop = O mesmo que "cordinha" ou "leash". Prende a prancha ao surfista.
Classe A = Algo muito legal .
Clean = Dia de ondas perfeitas .
Colocar Pilha (Pilhar) = Incentivar algo.
Crowd = Quando há uma grande concentração de surfista pegando onda;
Cut Back = Curva efetuada para voltar atrás na onda em direção à espuma.

D
Deck
= Parte de cima da prancha ou antiderrapante de borracha.
Direita = Onda que, vista da praia, parte para o lado esquerdo, a designação é dada pela perspectiva do praticante, ou seja, do mar para terra.
Drop = Ato de descer a onda. Antecede o Bottom=turn.

E
Embarrerar
= Algo que está atrapalhando .
Entubar = Quando a crista da onda encobre o surfista .
Esquerda = Onda que, vista da praia, parte para o lado direito.
Expression Session = Campeonato que elege a melhor manobra dos surfistas competidores.

F
Ficar boiando
= Ficar perdido
Fins = Quilhas.
Flat = Mar liso, sem ondas, ou prancha com fundo sem curvas, concaves.
Floater = Manobra no qual o surfista chega flutuar por cima da crista da onda, quando a onda está quase quebrando.
Free Surfer = Quem surfa sem compromisso,apenas pôr prazer.
Friaca = Muito frio.
Front Side = Surfar de frente para onda.
Funboard = Pranchas que derivam do longboard, mas são menores, em torno de 7 pés. É uma boa opção para iniciantes, ou para dias de crowd, porque você consegue remar e entrar na onda antes de quem está usando uma prancha pequena.

G
Glass
= Resina e fibra que revestem a prancha .
Glass = Condições sem vento, quando o mar adquire um aspecto liso e espelhado.
Goofy = Surfista que pisa com o pé direito na frente.
Grab Rail = Manobra que o surfista coloca a mão na borda da prancha para pegar um tubo de back side.
Gringo = Estrangeiro
Grommett = Surfista novo, de +/= 10 a 12 anos de idade.
Gun = Prancha grande. Apesar do tamanho, esse modelo havaiano tem menos área de contato com a água do que o longboard. Tem bastante mobilidade e é bastante manobrável. Indicada para ondas grandes.

H
Haole
= Surfista que não é do local onde está surfando .
Hardcore = Palavra que define uma situação extrema, ou uma atitude pessoal marcada por um certo extremismo.
Hot Dog = Prancha para surfar ondas pequenas.

I
Inside
= Zona mais perto da praia, fica a meio caminho entre a areia e o outside.
ISA = International Surfing Asociation.

J
Joelhinho
= Técnica usa para poder furar a onda.
John= Roupa de neoprene(borracha) para proteger do frio. Pode ser Long(veste pernas e braços inteiros), ou Short(tipo camiseta e bermuda).
Junção = Quando a espuma de uma direita e de uma esquerda se encontram. O mesmo que Back Wash.

K
Kaô
= Papo furado.

L
Larica
= Matar a fome depois de surfar.
Leash = Acessório que prende a prancha ao pé do surfista .Mesmo que chop ou cordinha.
Leque = Água que sai debaixo da prancha quando o atleta curva com força.
Line Up = Alinhamento dos surfistas no outside (linha de formação das ondas).
Lip = Crista da onda. Parte mais alta da onda.
Localismo = Responsável por muitas brigas e confusões dentro da água, nas disputas pelas ondas. Muitos dos surfistas locais, querem ter preferencia nas ondas.
Long John = Roupa de neoprene (borracha) para proteger do frio (modelo para o corpo inteiro).
Longboard = São pranchas grandes, a partir de 9". Até a década de 70, eram as mais usadas. Atualmente, são as preferidas dos surfistas das antigas, iniciantes e surfistas que curter um surf mais clássico.
Lupa = Óculos de sol .

M
Mahalo
= Obrigado(em havaiano).
Maral = Vento que vem do mar para terra, este vento atrapalha as ondas.
Maria Parafina = Mulher que gosta de ficar com surfistas.
Marola = Onda pequena .
Maroleiro = Surfista que gosta de ondas pequenas.
Mexidão = Mar mexido
Merreca = Onda pequena.
Merrequeiro = Surfista que só surfa ondas pequenas.
Morra = Onda enorme, assustadora.

N
Nose
= Bico da prancha.

O
Off Shore
= Vento lateral da terra para o mar. Este vento normalmente é quente e alisa as ondas.
On Shore = Quando o vento sopra do mar para terra. Mesmo que maral.
Outline = Esboço de uma prancha. É o desenho, a "linha de fora", o contorno que o shaper utiliza para começar a criar a prancha.
Outside = Zona do mar por trás da rebentação, zona de segurança.

P
Pés
= É usado para medir o comprimento das prancha e das ondas. Equivale a 30,48 cm.
Pico = Mesmo que Point.
Plug = Bloco de polioretano utilizado para fabricação da prancha.
Point = É a mesma coisa que pico , local , lugar ou praia.
Point Break = Praia com fundo de pedra ou coral.
Polegada = Medida também utizada na medição de uma prancha equivale a 2,54 cm.
Pranchinha = Mesmo que Shortboard. São as preferidas dos surfistas tops e de amadores que gostam de velocidade e muitas manobras. Mais usadas para ondas pequenas.
Prego = Quem surfa mal.
Pró = Surfista profissional, ou amador que surfa muito bem.

R
Rabear
= Quando um surfista atrapalha o outro que já está na onda.
Rasgada = Manobra redonda no Lip
Reef Break = Tipo de onda que quebra sobre um fundo de rocha ou coral.
Regular = Surfista que pisa com o pé esquerdo na frente.

S
Salão
= Tubo espaçoso
Secret Point = Lugar secreto onde quebram ótimas ondas.
Sessão = Parte de uma onda. Cada sessão propicia manobras diferentes.
Session = Uma reunião entre os amigos.
Set = grupo ou conjunto de ondas.
Shape = É o modelo da prancha .
Shaper = Aquele que dá forma ao bloco, transformando=o numa prancha.
Short John = Roupa de neoprene(borracha) para proteger do frio. Modelo com mangas e pernas curtas.
Soltinho na vala = Surfando muito bem ou azarando todas as minas da noite.
Storm = Quando o mar está muito mexido .
Swell = Ondulação. Chegada de ondulação à costa.

T
Tail
= Rabeta da prancha.
Tail Slide = Manobra em que o surfista derrapa a rabeta da prancha. Pode ser conjugada com outras manobras: Ex.: Aerial 360 com Tail Slide.
Tem altas = Boas ondas
Teplante = Régua de Curva usado para riscar o outline de uma prancha.
Terral = Quando venta da praia para o mar. Excelente vento, pois deixa as ondas mais alinhadas e lisas.
Toco = Prancha muito velha.
Trip = Viagem de surf , geralmente para um lugar com altas ondas.
Tube Rider = Surfista bom de pegar tubo .
Tubo = Manobra em que o surfista fica dentro da onda.

V
Vaca
= Mesmo que Wipe Out. Tombo, queda.
Vala = Onda pequena, mas que dá condições de surf .

W
Wax
= Anti=derrapante à base de parafina, que se põe no deck a fim de não escorregar.
WCT = World Championship Tour, é a 1ª divisão do Circuito Mundial de Surf.
Wide Point = É o ponto mais largo da prancha. Pode estar localizado tanto para cima como para baixo do meio da prancha. Influencia diretamente no design e desempenho, de acordo com o posicionamento do surfista na prancha.
Wipe Out = Mesma coisa que tombo ou vaca.
WLT = World Longboard Tour. É a 1ª divisão do Circuito Mundial de Longboard.
WPS = World Professionals Surfers. É a organização dos surfistas profissionais.
WQS = World Qualifing Series. É a 2ª divisão do Circuito Mundial de Surf.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Conserto da prancha

Com uma lixa de ferro lixe o local danificado depois cole fita crepe em volta da parte danificada feito isso prepare a resina, que para cada 100g de resina 10 ml de monômero de estireno e 5 ml de solução de parafina coloque 10 gotas de catalisador, corte duas tiras de tecido passe a resina no local coloque uma tira de tecido passe novamente resina e coloque outra tira de tecido em seguida passe resina sobre o tecido colocado espere secar por duas horas retire as fitas crepe e deixe a superfície no mesmo nível da anterior com a lixa de ferro e de o toque final com a lixa d'água.

Fácil né ?

SOS Praias Brasil

A cada ano que passa, o principal evento de surf do País, SuperSurf, ganha mais prestígio no cenário das competições e atrai centenas de amantes da natureza, espectadores e atletas de diversas partes do Brasil. Entre os dias 11 a 15 de junho foi realizada a terceira etapa do campeonato, na badalada praia de Maresias, em São Sebastião, estado de São Paulo.

Infelizmente, esse clima descontraído e de curtição acaba sendo, muitas vezes, sinônimo de descaso das pessoas com o meio ambiente e o próprio palco da competição, as praias brasileiras. Restos de comida, bitucas de cigarro, garrafas e todo tipo de lixo ficam "esquecidos" nas areias. Diante dessa situação, a ONG SOS Praias Brasil, fundada pelo casal Heloísa de Azevedo e Marcelo Marinello, chega com força total nos eventos e recolhe toda a sujeira deixada pela população.

Para Evandro Abreu, diretor de eventos da Editora Abril, que organiza o SuperSurf desde a sua criação no ano 2000, a presença da entidade contribui e muito na realização do circuito. "A ONG é uma das nossas parceiras chave, fundamental. Sempre pedimos o apoio deles, pois sabemos que algumas prefeituras são carentes, mal cuidam da praia, principalmente quando acontece um campeonato. Então, o trabalho deles é super importante, só tenho que agradecer ao Marcelo e a Helô".

Embora ainda existam pessoas despreocupadas com a preservação do meio ambiente, a presidente da ONG Heloísa acredita que o público está ficando mais consciente. "Sentimos que cada vez mais pessoas nos apóiam e estão ativas no sentido de reciclarem seus lixos e ajudarem na manutenção da limpeza das praias".

Antes de chegar em Maresias, o casal passou por Saquarema (RJ), e também notou uma grande melhora na limpeza das praias. "Na volta da segunda etapa do SuperSurf, que ocorreu no Nordeste, passamos por Saquarema e percebemos que não havia quase nenhum lixo na areia. Talvez isso tenha ocorrido por estarmos em baixa temporada, mas mesmo assim ficamos felizes, pois sempre que passamos por lá, a praia está bem suja. Foi um alívio ver a areia limpa", comemora Heloisa.

Sempre presente nas etapas, Abreu também reconhece que o trabalho de conscientização da ONG vem interferindo no comportamento das pessoas. "Tenho observado uma melhora no cuidado das praias. Por exemplo, se você olha agora na praia de Maresias, não vê um papel no chão e quantas pessoas já passam por aqui", comenta o diretor. Entretanto, ainda existe a necessidade de reforçar a campanha.

"Nós procuramos deixar a praia mais limpa possível. Sou exigente e a ONG também é, e tem que ser assim. Com isso, percebo a mudança de consciência das pessoas. Elas estão começando a se preocupar, mas não são todas. Ainda tem gente que traz cachorro para a praia e em todo lugar tem o cara consciente e o mau-educado", reforça Evandro.

Iniciando suas atividades em 1999, a ONG participa das etapas do Super Surf desde que o circuito passou a reunir a elite do surf nacional, no ano de 2000. Por meio de gincanas, distribuição de sacolinhas oxi-biodegradáveis para coleta de lixos, entre outras ações, o público, os atletas e a imprensa tomam conhecimento da importância de não deixar lixos, principalmente bitucas de cigarro, canudinhos e outros itens pequenos nas areias.

Graças ao trabalho da SOS Praias Brasil, todo o material gerado durante cada competição é separado e destinando à reciclagem. Para ajudar na coletiva seletiva, a ONG também conta com o auxílio de voluntários que moram no local onde são realizadas as etapas. Após a separação do lixo, alguns itens são vendidos e o valor arrecadado é destinado às famílias desses ajudantes.

Em Maresias, o casal se deparou com um problema, mas não desanimou. "O preço do pet baixou e a pessoa que comprou o material no ano passado relutou para receber, mas no fim, conseguimos negociar. Como ela possui um galpão próximo à praia, resolvemos não selecionar o material nesta vez. O nosso ajudante apenas retirou os sacos e levou para separar no galpão ao fim do dia", conta Helô.

Como de costume, a ONG também armou sua tenda na praia e expôs brinquedos da artista plástica Ana Velho, que reaproveita embalagens descartáveis, além de outros criados pela própria Heloísa. "No sábado e domingo realizamos sorteios de brindes em nossa tenda para a promoção da última campanha que estamos participando, Saving The Planet!. Antes da realização do sorteio, fiz uma rápida palestra para explicar o objetivo do projeto, que visa alertar a população sobre o aquecimento global", explica.

A próxima parada da entidade será na praia de Itamambuca, em Ubatuba (SP). No local será realizada a quarta etapa do SuperSurf nos dias de 09 a 13 de julho.

A SOS Praias Brasil conta com o apoio de empresas conscientes da importância de preservação e respeito pela natureza. Entre elas estão Oakley, Gretta Silk, UOT (Union Ocean Team), Nokynoy, Fama Assessoria, Esfera Soluções e site E-Radicais (uai.eradicais.com.br).

Para conhecer mais sobre a ONG SOS Praias Brasil, basta acessar o site: www.sospraiasbrasil.org.br. Informações pelo telefone (11) 8428-3802.

Por Ana Vitória Bueno

terça-feira, 24 de junho de 2008

Como fazer parafina (wax)

Se você é estilo Tio Patinhas ou prefere fazer a comprar segue uma receita para fabricação de parafina para o surf.

INGREDIENTES:

Forma de empada, Vela (ou parafina que vende em farmácias) , Óleo Johnson, (opcional)- Corante

Passos:

1. Tire a linha da vela;
2.Quebra a vela em pedaços;
3.Bota uns pedaços de vela na forma;
4.Na mesma forma bota um pouco de óleo Johnson;
5. Faça o mesmo com mais formas;
6.Bote no fogão e espera derreter;
7. Depois de derreter espere esfriar;
8. Depois que esfriar, bota na geladeira;
9.Espere endurecer e tire da geladeira;
10. Tire a parafina da forma;

Agora que já tem a parafina vá para água e veja se ficou boa.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Conheça melhor sua prancha

Sua prancha é possui várias partes, e cada uma delas tem sua função. Para entender um pouco mais sobre sua prancha é importante conhecer cada parte dela.


Botton

Existem basicamente três tipos de fundo:

V-bottons - logarina mais alta que a borda, são os tradicionais. É uma prancha bem solta, com menor projeção boa para ,ares mexidos;

Concave - logarina mais baixa que as bordas, é um fundo relativamente novo. É uma prancha com maior velocidade e funciona melhor em ondas lisas e cavadas;

Flat - reto, é o fundo que fica entre os outros dois.Da uma condição parecida com a do V-botton mas com mais velocidade em ondas gordas.É o mais indicado para iniciantes

Em cada parte da prancha podem se aplicar um ou mais fundos simultaneamente.

Wedge

É a linha da virada da borda que serve para a prancha quebrar mais a linha da onda. O wedge mais acentuado é usado para as ondas cavadas enquanto o wedge é indicado para as ondas gordas e manobras mais suaves.

Envergadura

Existe a envergadura do bico onde entra o fluxo de água e conseqüentemente a envergadura da rabeta que é por onde sai o fluxo de água. Se mal trabalhada e muito acentuada faz com que prancha perca a velocidade. Maior envergadura é indicada para ondas mais cavadas e a menor para ondas mais gordas.

Bordas

Existem basicamente dois tipos de bordas:

Cheia ou larga - boa para remada, mais indicada para ondas gordas que exigem muita remada e manobras menos radicais, sendo indicada também para pessoas com muito peso ou para quem está começando;

Fina ou faca - sem muito volume, possui sua virada do deck para o fundo da prancha mais acentuada, dai o nome "faca". Recomendada para ondas mais cavadas.

Área

Como o próprio nome diz, é a área da prancha, pranchas mais estreitas servem para ondas mais cavadas, pranchas com maior área são indicadas para ondas mais gordas.

Canaletas

Usadas para dar uma velocidade para a prancha. Tem um ponto negativo: instabilidade em ondas mexidas.

Rabetas

Uma das principais partes da prancha, cada uma tem uma função diferente, por exemplo:

Square - O final da prancha é cortado radicalmente, formando duas quinas acentuadas. Tem uma resposta rápida, quebrando a linha da onda imediatamente. Usada em ondas com tamanho médio e pequenas. Possui uma versatilidade muito grande, por isso a maioria das pranchas para o surfe dia-a-dia são square ou squash.

Squash - A diferença para a square, é uma quina mais suave, tendo assim uma resposta melhor para manobras redondas. É ideal para ondas cheias, de tamanho médio ou pequeno. Bastante usada em pranchas pequenas e medias proporcionam um surf com bastante pressão.

Round - Como o próprio nome diz é uma rabeta arredondada, é ideal para manobras em curvas suaves, como cutback e rasgadas ao longo da onda. Ideal para ondas cheias e com força.

Round Pin - Normalmente usada em pranchas médias ou grandes A prancha vem funilando formando uma única quina. Noventa por cento das pranchas de ondas grandes, são "round pin". Ela consegue dar uma boa estabilidade, permitindo que o surfista quebre a linha das ondas maiores com mais facilidade, apesar do seu tamanho.

Swallow - Era conhecida antigamente como rabeta em forma de peixe. Quebra a linha da onda com mais facilidade que uma prancha com rabeta fechada. Quando é exercida pressão sobre ela, a saída de água é forte possibilitando assim curvas de arcos menores. Usada tanto em ondas grandes como pequenas, é boa para quer resposta rápida nas manobras.

Wing swallow - Tem a mesma função da swallow, mas devido à quebra, aumenta a pressão. Dando uma maior velocidade.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Dicas para o Surf e Bodyboard

Algumas dicas para facilitar sua vida na hora de ir surfar:

Chaves: Você carrega a chave do carro com você para o mar? Primeiramente, cuidado, pois ela pode te machucar e você pode perdê-la. Tente deixá-la em algum quiosque de confiança na praia. Agora, se você leva a chave com você, uma dica para que ela não enferruje é lambuzá-la com um pouco de saliva antes de colocá-la no contato.

Cordinha do leash: É possível que você já tenha esquecido, ou até mesmo perdido a cordinha que amarra o leash no copinho. Por isso, sempre tenha mais do que uma em mãos. Não tente utilizar um pedaço do cadarço do seu tênis pois esse tipo de cadarço se solta depois de alguns minutos de surf.

O truque da sacola plástica: O inverno tem suas vantagens (altas ondas) e desvantagens (roupa de borracha). Um truque para ajudar a colocar a roupa de borracha é colocar uma sacola de plástico no pé para que a roupa deslize muito mais fácil. A roupa vai entrar fácil.

Lava-pés: Sempre leve uma garrafa com água no carro para lavar seus pés e não sujar todo o interior do carro.

Parafina que não quer sair:A parafina foi feita para grudar. Por isso acaba grudando até onde você não quer. Como nos seus shorts, bermudas e roupas de borracha. E essa parafina não sai na máquina de lavar. Tente colocar uma folha de jornal por cima da parte com parafina e passe um ferro sobre esta parte. Não deixa o ferro por muito tempo. Só o suficiente para que a parafina passe para o jornal.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Manobras no Bodyboard

360º: É uma manobra consagrada no Bodyboard, que se aplicada na parte flat da parede pode ser a abertura de uma série de complexas e inovadoras manobras. O Primeiro a saber é pra onde virar, bem: Para a direção que esta vindo da onda.
Ex.: Se é uma direita, gire para a direita.

360º invertido: Dá um giro de 360º na direção contraria a parede.

Aéreo/Aerial: Como todos os aéreos, o OFF THE LIP necessita de uma boa descida e muita velocidade. Você tem que ir em direção ao lip em um ângulo de mais ou menos 45º. Caso a onda esteja entubando aumente o ângulo para naum ser engolido pelo lip. Para uma melhor projeção, tente pegar um pouco do fechar do lip, para que que você não caia na parte de trás da onda, sendo sugado. Aponte seus braços para a praia. Tome cuidado na hora do pouco, use os cotovelos e o quadril para amenizar a queda. O melhor é aterrisar na parte onde a espuma está mais intensa, pois ameniza o impacto.

ARS: É um movimento funcional que combina um rolo e uma girada na mesma manobra aérea. Se os seus rolos aéreos são bons esse é um bom movimento a se tentar.
Como em todo movimento aéreo, executar o ARS requere muita velocidade e projeção.
- O primeiro passo é sair do lip no rolo tão alto e longe na frente da onda vocÊ consiga;
- Mais ou menos na metade do rolo deve começar o giro, girando para dentro e na direção da face da onda, onde o seu rolo começou;
- O melhor é tentar e completar a rotação enquanto você está no ar.

Back-Flip: Depois que você tiver ultrapassado o lip, posicione a prancha no abdômen, curve as costas e rotacione o corpo no alto. A dificuldade é permanecer na parede da onda, na queda. Quando você descer, estará na direção contrária da onda, tendo que se ajeitar.

CutBack: O primeiro requerimento para um bom CUTBACK, é uma boa descida. Você tem que estar certo de que o estomago e o quadril estão no fim da prancha e as duas pernas estão fora da água, para ganhar velocidade máxima. para começar, vire, direcionando a prancha para o "tubo" e coloque o seu peso na lateral que você quer virar. Quando você começar a cavar a onda faça força com o quadril e enterre o nose para assistir a virada. Levante a lateral que está fora até que a virada esteja quase completa. Retorne à posição normal e reme, para reconquistar velocidade.

Rollo: O atleta dá literalmente um rolo e roda sobre a onda.

Floater: O bodyboarder flutua sobre a espuma da onda.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Escolhendo a prancha de bodyboard ideal

A maioria das pessoas quando iniciam o bodyboard tem alguns problemas na escolha da prancha ideal, e o pior é que este o equipamento principal.

Pretendo com este post tirar algumas destas duvidas que surgem na hora da escolha da prancha é sempre bom lembrar que nem sempre é possível ter uma prancha para cada tipo de mar que você vai então escolha a prancha conforma as ondas da praia que você mais frequenta.

1- Quanto a tamanho:
Como nas pranchas de surf a escolha do tamanho no bodyboard vai depender do seu peso e altura, normalmente se escolhe uma prancha que chegue até o umbigo ou um pouco abaixo, e na largura o legal é que se encaixe sob o braço. Acima deste padrão ela ganha em flutuação e velocidade em ondas pequenas e cheias, e entram mais fácil na onda pois facilitam a remada. Porem, dificultam a cavada e a execução das manobras. E abaixo do padrão, cavam e manobram com maior facilidade em ondas buraco, mas são lentas na hora do drop em ondas cheias, pois tem pouca flutuação, e ficam perigosas em ondas grandes.

2- Quanto ao formato:
É o formato (shape) da prancha. Quanto mais arredondado, mais versátil e manobrável. Melhor em ondas pequenas e cheias. Para ondas maiores ou buraco, são usadas pranchas com as bordas quase paralelas (mais retas ) assim não ficam tão soltas, tendo mais projeção e velocidade.

3- Parte mais larga da prancha:
Se estiver posicionado mais próximo a parte superior, ajuda em cavadas mais longas e com mais projeção. Mais no meio ajuda em cavadas rápidas e deixa a prancha mais solta.

4- Laterais da prancha (Bordas):
Existe uma tendência atualmente, de se usar a borda superior arredondada, formando uma proporção de 40/60 (Superior/inferior), ou seja 40% da altura em cima e 60% embaixo, ou até 30/70 (Superior/inferior) que são mais versáteis. As bordas com ângulos mais agudos , funcionam melhor em ondas mais buraco, porque cravam mais na parede dando mais velocidade, com ótima estabilidade.

5- Rabeta:
Sua parte traseira, importante no desempenho da prancha na água.
A mais comum é a Swallow-andorinha (côncava no meio com as pontas mais salientes), que tem respostas rápidas e é boa para onda buraco, pois as pontas funcionam como quilhas.
A Square-quadrada ( reta ) tem boa fluidez e projeção além de ser mais solta nas ondas, mantendo a estabilidade.
Round- redonda (projetada para fora) é bem solta e sensível a manobras rápidas. Ideal para ondas cheias.
Bat Tail ou asa de morcego é uma das mais usadas atualmente devido a sua versatilidade. Normalmente possui duas pequenas canaletas no fundo, para maior projeção.

6- Parte de cima (Deck):
O material mais usado é o polietileno expandido de baixa densidade que dá ótima aderência ao corpo.

7- Parte inferior da prancha (Fundo):
Normalmente é usado o polietileno expandido de baixa densidade com uma camada externa de slick de baixa ou alta densidade, para menor atrito, maior resistência e velocidade.

8- curvatura da prancha (Rocker):
Quanto mais suave (reta), maior velocidade e projeção. Muito curva torna a prancha lenta.

9- Canaleta:
Como formam uma espécie de colchão de ar embaixo da prancha, com uma certa turbulência na saída d'água, proporcionam maior projeção, velocidade e direcionamento na onda. Funcionam melhor em ondas buraco.

10- Blocos:
Bloco ou Core é a parte interna da prancha. Na verdade, a prancha em si é um bloco feito de um ou vários polímeros, revestidos de uma camada fina que chamamos de "pele", que serve para dar acabamento à prancha. Existem inúmeros tipos de blocos hoje em dia. Os melhores têm boa flutuação, resistência, memória e são impermeáveis. Atualmente no Brasil, fabricantes como BSD, BZ, KUNG e GENESIS possuem pranchas top de linha com blocos tão bons como os blocos estrangeiros.Se você procura uma prancha que tenha uma boa durabilidade e performance, procure as linhas profissionais dos fabricantes citados acima.Hoje em dia uma boa prancha profissional nacional custa na média, entre R$ 450,00 e R$ 750,00.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Escolhendo a prancha ideal para o surf

Para cada tipo de pessoa, estilo e tempo de surf existe um tipo de prancha ideal. É importante que quando você for escolher a sua prancha leve em consideração o que deseja, com mais ou menos flutuação.

Para quem já é "velho de guerra" ai fica mais complicado falar qual é o tamanho ideal da prancha, pois vai depender muito alem do peso e da altura irá contar muita do jeito que você surfa, do mar que costuma freqüentar, da forma que rema, da forma que se posiciona na prancha, etc, etc, etc. neste caso o ideal mesmo e desabafar com um shaper com experiência, pois te ouvindo ele saberá o que você deseja e o que irá te fazer feliz.

Para quem esta aprendendo o certo é comprar uma prancha usada, já que ela vai sofrer bastante na tua mão, mais alta que você, larga e grossa para facilitar na remada e na hora de pegar a onda.

terça-feira, 27 de maio de 2008

Dicas para um bom uso do Leash (Cordinha)

Algumas dicas para manter seu equipamento em dia e com segurança:

  1. Lixar as quilhas, arredondando todos os cantos para que evite corte do Leash nas quilhas isso também evita cortes em você;
  2. Nunca usar a cordinha para prender as pranchas no rack, pois com o sol pode danificar o poliuretano;
  3. Ao desenrolar o leash da prancha verificar se não tem nenhum nó;
  4. Evite sempre encostar a cordinha em gasolina, ou qualquer outro tipo de solvente;
  5. Antes de entrar na água verifique se o Leash não tem nenhum corte (boca), se tiver esqueça de entrar na água antes de trocar de Leash, vai evitar sustos;
  6. Após o surf , lavar com água doce e deixar secar na sombra quando for guardar coloque-o solto dentro da capa, se possível, para que não crie dobras e enrole em seu tornozelo na hora do surf;

terça-feira, 20 de maio de 2008

Iniciando no Bodyboard

Se você esta iniciando no bodyboard agora, tem algumas coisas que você deve ficar sabendo.
Primeiro que os Bodyboards principalmente os iniciantes, muitas vezes não são bem vistos por outros surfistas, é uma pena mas é a realidade, então você vai ter que acostumar a ter novos apelidos tipo bolacheiro, tampa de privada, etc, principalmente se não é local ou não esta com nenhum amigo local.

É bom também saber nadar pois não adianta estar amarrado a prancha e com nadadeiras se não sabe como usá-las.

Você já deve saber furar a onda se não vai ficar bem complicado para entrar no mar.

Outra coisa muito importante é não ter medo da onda, claro que não vai em qualquer onda principalmente as ondas que os outros surfistas, os mesmos que te chamam de bolacheiro, ficam dizendo "vai prego, vai prego" , essa tu não vai de jeito nenhum porque tu vai morre.

E por último mas não menos importante, sempre respeite o mar, geralmente ele é bem legal te da só uns caldos, te afoga um pouquinho mas esta de bom humor mas quando ele tá de ovo virado sai de perto, principalmente se é iniciante não vá nem na beira mar.

Bom é isso. Se tiverem mais algumas dicas que eu esqueci é só avisar que faço um update

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Cuidados com sua prancha


Todos sabemos que comprar uma prancha hoje em dia não é nada fácil. Hoje pranchas novas custam em media uns 200,00 e as novas as mais baratas não sai pro menos de 600,00.
Aqui vão algumas dicas para prolongar a vida útil de sua prancha.


  1. É sempre bom manter sua prancha dentro de uma capa para evitar sol e pancadas (não esqueça de tirá-la antes de botar na água);
  2. Não deixe sua prancha por muito tempo no sol, ela pode embolhar e vai amarelar mais rápido do que deveria;
  3. Nunca deixe a prancha dentro do carro todo fechado no sol. Pois pode embolhar ou ter uma regressão do bloco, um amigo meu deixou a dele dentro do carro e parece que ela foi para um forno, derreteu;
  4. Depois de sair da água lavar bem a prancha e o leash (cordinha) com água corrente, deixe secar na sombra lembre do item 02;
  5. Quem usa parafina deve sempre verificar se ela não esta muito suja ou escurecida, quando colocar uma nova lembre-se de colocar uma boa camada para proteger de contra amassões;
  6. Quando sua prancha tiver alguma fissura que passe água para o lado de dentro deixa secar e tampe com silvertape (fita adesiva prateada) e levar para o conserto o mais rápido o possível;
  7. Evite empilhar pranchas para que não fique parafina na parte de baixo da prancha prejudicando o desempenho na água;
  8. Quando tiver que colocar sua prancha no chão, deixe-a com as quilhas para cima evitando danos no fundo e nas quilhas;
Seguindo estas dicas sua prancha vai durar muito mais tempo e ter um bom valor de revenda.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Aprenda como furar Onda


Quando se compra a primeira prancha, ou pega uma prancha emprestada de alguém para começar a surfar a primeira coisa de que pensa é: Será que eu vou conseguir ficar em pé na prancha? E se atira no mar. Pouco tempo depois sai da água sem nem ter conseguido entrar, botando os bofes pra fora morto de cansado sem falar na vergonha de nem ter conseguido entrar.


Como dar joelhinho

Bom, para começar as condições mínimas para entrar no mar são: saber nadar (é não vai querer se afogar? Né? Ou vai?) e ter uma condição física razoável (para quando entrar ter o mínimo de energia para pegar a onda, pelo menos uma);

Reme em direção da onda o mais reto possível (não ta querendo que ela te derrube?);

Quando chegar a um metro, um metro e meio no máximo dois metros segure a prancha nas bordas e empurre o máximo possível para o fundo, o mais fundo possível, detalhe coloque o joelho ou os pés na prancha, para que ela afunde por inteiro (é porque se tu só afundar o bico da prancha vai ficar com o bundão para cima e a onda vai te derrubar do mesmo jeito), o legal é dar uma treinada em um local sem ondas primeiro, o bico pode ficar um pouco para cima, mas só um pouco, se não a onda te derruba;

Outro detalhe muito importante, observe bem onde a onda esta quebrando para que quando chegar próximo dela saiba se tem que remar um pouco mais rápido ou mesmo ter que dar uma parada (não vai querer que ela quebre em cima de ti? Ou vai? De certeza que tu não vai conseguir segurar a tua prancha quando ela quebra nas tuas costas, ou pior, na tua cabeça);

Continuando, se a onda quebrar de pois de tu ter afundado, beleza é só seguir em frente lépido e faceiro, mas se ela quebrar na tua frete, afunde do mesmo jeito (é a melhor escolha pode acreditar), vai sentir uma turbulência (dependendo do tamanho da onda uma grande turbulência), mas agüente firme e procure manter a prancha nivelada;

Quando sentir que a onda passou é hora de voltar para cima (é não vai querer ficar lá em baixo), para isso, levante o bico da prancha um pouco, uns 45 graus, e já vá encostando o peito na prancha pra voltar a remar.

E só, acho fácil? Então vá pra água e teste se vai funcionar, se não funcionar volte aqui e me diz o que deu errado.

Ah! Esta maneira de furar a onda serve também para o bodyboard coma diferença de que só vai poder utilizar o joelho para afundar a prancha e não o pé e quando estiver lá no fundo já pode começar a usar as nadadeiras para sair mais à frente.

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