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sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Bruna Kajiya alcança o 3º lugar no Campeonato Mundial de Kitesurf
Postado por
Rodrigo
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14:04
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Marcadores: kitesurf
terça-feira, 9 de novembro de 2010
FGSurf debateu as mortes de surfistas em redes de pesca
A equipe da Federação Gaúcha de Surf (FGSurf) realizou uma reunião extraordinária, aberta ao público, para debater o problema de mortes de surfistas presos em redes de pesca na costa do Rio Grande do Sul. Nesta reunião foram convocados atletas, simpatizantes do esporte, familiares e profissionais da Imprensa para uma manifestação pública em frente da Assembléia Legislativa do RS, às 12 horas, em defesa do programa Praia Segura, Surf Legal.
O encontro, que aconteceu na noite desta segunda-feira (08/11) em Porto Alegre e reuniu mais de 40 pessoas engajadas na busca de uma solução, foi motivado devido à morte do 49° surfista, desde 1978, no Rio Grande do Sul. O jovem canoense, Thiago Rufatto, perdeu sua vida aos 18 anos no último feriado na cidade de Capão da Canoa após ficar preso em um cabo que prende uma rede de pesca.
O deputado Sandro Boka, que abriu as portas de sua casa para receber os convidados, expos as dificuldades de conseguir aprovação do projeto de lei, que tramita na Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. O presidente da FGSurf, Orlando Carvalho, salientou a importância de buscar outro meio de pesca na costa, que não utilize redes fixas. Já o professor Nelson Gruber defendeu uma agenda de trabalho que possa surtir efeitos em longo prazo. O empresário Daniel Riolffi pediu que todos se mobilizem e mostrem a força da comunidade do Surf. Durante a reunião foram diversas manifestações emocionadas de amigos e familiares de vítimas das redes de pesca.
Segundo o estudo realizado pelo Centro de Estudo Costeiro e Geológicos (Ceco), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), um corpo solto ao mar se locomove em média um metro por segundo em um dia de tempo bom. Já em um dia de tempestade ou de ressaca este mesmo corpo passa de um metro por segundo para quatro metros por segundo. Pensando nestes dados, foi proposto a mudança da lei que delimita a área para prática de esportes náuticos e pesca de 400 metros para 2.100 metros e mais uma área de 500 metros para escape.
Gabriel de Mello
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Homenagem a Thiago Rufatto e reunião para debater a segurança nas praias gaúchas
Toda a equipe da Federação Gaúcha de Surf mais uma vez manifesta o seu pesar pela triste morte de Thiago Rufatto, além de manifestar seus mais profundos sentimentos à família.
Reunião aberta para discutir as Redes X Surf
Na próxima segunda-feira (08/11), às 20 horas, está marcada uma reunião pública para discutir o tema Redes de pesca x Surf no litoral gaúcho. O surfista e deputado, Sandro Boka, abrirá as portas de sua casa para que o assunto possa ser debatido, a fim de buscar uma solução e evitar que o Rio Grande do Sul chegue a marca de 50 vidas perdidas para as redes de pesca. Para participar é preciso confirmar presença através do e-mail dep.sandroboka@gmail.com ou do telefone 51 98207366.
Sandro Boka é o autor do projeto de lei que modifica os tamanhos das áreas destinadas a Pesca e de Surf, além de prever uma melhor sinalização. Se você não conhece o projeto e quiser conhecer, e também debater o tema, não deixe de comparecer a está importante reunião. Nela será tratada da estratégia que adotaremos para lutar por uma maior segurança dentro do mar.
Gabriel de Mello
Assessoria de Comunicação da Federação Gaúcha de Surf
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Kitesurfe volta a ter um circuito brasileiro com o apoio da Volkswagen.
A abertura acontecerá em Cumbuco, Ceará, de 9 a 11 de outubro, com provas de regata e freestyle. Ainda em outubro, o show será em Natal, de 22 a 24. O Rio receberá a última etapa, já em novembro, de 11 a 15, na Praia do Pepe.
Nos últimos anos, o kitesurfe brasileiro tem conquistado cada vez mais praticantes e também se destacado internacionalmente. A atual campeã mundial de freestyle é a paulista Bruna Kajiya, que conquistou o título em 2009 depois de ter sido vice-campeã em 2007 e 2008. O também paulista Guilly Brandão, após ter sido tetracampeão nacional na freestyle, acumula dois títulos mundiais na wave, categoria em que também é o número um do Brasil.
Porém, novos nomes também surgiram no cenário nacional, muitos deles no Nordeste, onde o vento sopra a favor o ano inteiro. No freestyle, jovens como Eudásio Silva (CE), atual campeão brasileiro, Set Teixeira (CE), jovem de apenas 14 anos e que é incentivado pela Volkswagen a partir de uma ação com o Luciano Huck no Caldeirão (Globo), Índio (PI) e Romário Souza (CE) prometem fazer frente aos “veteranos”, como Reno Romeu (RJ), Tomás Teixeira (CE), Evandro Silva (CE) e Carlos Alexandre “Goiaba” (CE), garantindo boas disputas no renovado Volkswagen Kite Tour 2010.
Na regata, destaque para Nayara Licarião, que briga pelo tricampeonato nacional. Em excelente fase, a paraibana conquistou neste ano o terceiro lugar na etapa alemã do Mundial da PKRA (Professional Kiteboard Riders Association). Entre os homens, a briga pela coroa do tour promete ser bastante acirrada. Entre os favoritos, estão Victor Adamo, o Pimpolho (SP), atual campeão brasileiro, Pedro Carvalho (PB), campeão em 2008, George Feitosa (PB), bicampeão nacional (06/07), Carlos Magno (CE) e Wilson Bodete (PB).
Postado por
Rodrigo
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13:50
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segunda-feira, 5 de abril de 2010
FGSurf alerta para redes de pesca na costa gaúcha
quinta-feira, 21 de maio de 2009
A hora da UNIÃO Audiência Pública tratará das delimitações de áreas de pesca
A Federação Gaúcha de Surf (FGSurf), juntamente com o deputado estadual Sandro Boka, convocam a todos os praticantes de esportes náuticos, pescadores, surfistas, simpatizantes e profissionais da mídia para participar desta grande mobilização em prol da vida.
Lembramos a todos que somente com a UNIÃO de todos venceremos esta luta em defesa da vida.
“Praia segura, Surf legal”
Gabriel de Mello
Assessoria de Comunicação da Federação Gaúcha de Surf
51 99429922 ou imprensafgsurf@gmail.com
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Convocação Urgente
A Federação Gaúcha de Surf, juntamente com os familiares, convoca todos os surfistas do Estado, simpatizantes e amigos da Imprensa, para participar da Missa de Sétimo Dia do falecimento de Lucas Boeira Dias, que foi vitima de afogamento após ficar preso em um cabo de uma rede de pesca no município de Capão da Canoa. A cerimônia será realizada na próxima sexta-feira (17/04), às 19 horas, na Igreja São Francisco, localizada na Rua São Luiz, 607, no Bairro Santana, em Porto Alegre.
Toda a comunidade do Surf Gaúcho esta de Luto pelo triste acontecimento. Convidamos a todos para se unir no “Luto por uma luta”. Não deixe de participar!
“Praia segura, Surf Legal”
Gabriel de Mello
Assessoria de Comunicação da Federação Gaúcha de Surf
51 99429922
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Palestra gratuita com Sebastian Rojas no barra garden
Oportunidade única para os amantes do surfe e da fotografia conferirem a palestra gratuita com o fotógrafo exclusivo da revista Fluir, Sebastian Rojas, no próximo dia 6, às 19 horas, no espaço Estúdio Garden (Shopping Barra Garden, Avenida das Américas, 3255. Barra da Tijuca), é necessário apenas o cadastro no site www.fotodosurf.com.br.Na palestra Sebastian vai projetar suas fotos e dar dicas de fotografia dentro e fora d’água, onde serão passadas informações diversas sobre como obter resultados rápidos e precisos utilizando equipamentos semi-profissionais na fotografia de surf aquática e terrestre. Bem como técnicas de fotografia e equipamentos utilizados pelos fotógrafos profissionais mais experientes.
Além disso, Sebastian Rojas contará os segredos da sua história de sucesso na fotografia de surfe, e falará sobre as técnicas necessárias para se tornar fotógrafo de revistas, sites e jornais especializados.


Sebastian é especializado em fotografia aquática em condições extremas há mais de 20 anos, com vasta experiência internacional nos melhores surf-spots do planeta. Colabora com diversos veículos internacionais e têm exclusividade com a revista Fluir há 21 anos, onde publicou mais de 100 capas e dezenas de matérias em lugares como Havaí, Indonésia, Austrália, Brasil, entre outros.
acontecerão no
No dia 7 de novembro acontecerá a aula teórica do curso. E, nos dias 8 e 9, os alunos também vão poder praticar os conhecimentos adquiridos na Praia de Itaúna, em Saquarema.
O curso Fotografia de Surfe Dentro e Fora D´Água têm apoio do Shopping Barra Garden, Croma e Two Face. Maiores informações no site www.fotodosurf.com.br.
Contato:
Alan Simas - contato@fotodosurf.com.br
Telefone - 21- 9775-8198
Assessoria de imprensa:
Viviane Freitas – vivianefreitas04@hotmail.com
Telefone – 21 - 8602-5555
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Regras no mar para kitesurf
As embarcações com melhor manobrabilidade são obrigadas a desviar das embarcações que não manobram tão facilmente. Isso faz com que o kite tenha que desviar de quase tudo no mar, com exceção de lanchas e jet skis. Mas, e em relação aos outros kitesurfers?- quem tem a mão direita no sentido do velejo tem a preferência;- em função de ser difícil passar a arrebentação, quem está entrando na água tem preferência sobre quem está velejando em direção à areia, mesmo se estiver com a mão esquerda no sentido do velejo;- quem estiver ultrapassando deve arribar e abaixar o seu kite, enquanto que quem estiver sendo ultrapassado devo subir o kite;- quem salta perde a preferência, além de ter a obrigação de cuidar para não cair em cima de alguém;- os kitesurfers que forem pousar devem ceder a vez àqueles que forem decolar;- quem estiver a sotavento (lado para onde vai o vento) tem preferência sobre quem estiver a barlavento (lado de onde sopra o vento);- na modalidade Wave, o atleta que estiver surfando uma onda tem preferência de passagem.Segurança
- Procure um local com no mínimo 150m livres de quaisquer obstáculos como árvores, carros, pessoas, postes, cabos de energia, ruas, cercas e animais;
- Jamais segure as linhas de vôo ou fique entre elas com o kite voando ou com risco de decolar. Quando tensionadas, são muito cortantes e perigosas. Dica: Alerte banhistas e curiosos para não chegarem muito perto;
- Nunca empine o kite durante tempestades ou com nuvens carregadas. O equipamento pode virar um perfeito pára-raios;
- Procure saber a faixa de vento recomendada para seu kite, em relação ao seu peso e não o decole em ventos acima do limite. É muito perigoso estar overpowered, pois o kite pode levantá-lo a muitos metros de altura;
- Se for iniciante, não veleje com o vento terral. Seu equipamento e você poderão ser levados para alto-mar;
- Equipamentos de segurança recomendados: capacete, colete flutuante, luvas, faca em gancho (para segurar/cortar a linha em uma emergência) e roupa de neoprene (se levado para longe, você pode ficar dentro dágua por muitas horas);
- Fique longe de aeroportos e helipontos. Fique alerta com aeronaves em vôo rasante ou procedimento de resgate na sua direção. Caso aconteça, baixe o kite imediatamente. O piloto pode não estar vendo o kite ou as linhas.
- Evite ficar com a barra engatada no trapézio em terra firme. Se for levantado e/ou arrastado, você pode não conseguir se soltar a tempo. É importante também conhecer e praticar o uso de sistemas de desengate rápido e desarme do seu kite.
- Na água, tome extremo cuidado com embarcações, pedras e sua própria prancha, principalmente se ela estiver à sua frente, com as quilhas para cima. Muito cuidado também com objetos submersos como pedras, troncos, raízes e corais.
- Tenha sempre um parceiro para observá-lo e ajudá-lo. Planeje seu velejo - onde você vai decolar, por onde é mais seguro entrar na água, o percurso a ser percorrido, as condições do tempo, direção do vento e correntes, onde você vai sair.
- Ao praticar kitesurfing nas ondas, lembre-se que ao cair na arrebentação, você pode se enrolar nas linhas;
- Iniciante deve praticar os procedimentos de decolagem, pouso e auto-resgate;
- Nunca deixe um kite solto na praia.
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Rodrigo
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08:59
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quarta-feira, 16 de julho de 2008
Paradoxo no shape room
Atualmente, a maioria das pranchas produzidas no mundo é feita de blocos de poliuretano revestidos com fibra de vidro e resina poliéster, materiais comprovadamente tóxicos, poluentes e inflamáveis. De acordo com o site da Association Clean Shaper, cerca de 600 mil pranchas são produzidas por ano por este método. Até hoje, poucas experiências foram realizadas para tentar reverter este tóxico processo e encontrar formas de dar um fim ecológico aos resíduos gerados, incluindo pranchas velhas. Segundo especialistas, são desperdiçados até 50% da matéria-prima usada na confecção de uma prancha.No Brasil, o resultado disso correspondente a cerca de 380 toneladas de substâncias tóxicas e inflamáveis depositadas por ano em "lixões" ou aterros simples, sem qualquer tratamento ambiental. Rígidas políticas de controle ambiental da Califórnia levaram ao fechamento, em dezembro de 2005, da gigante mundial Clark Foam, à época detentora de 90% do mercado norte-americano e cerca de 60% do mercado mundial de blocos de poliuretano.
Em busca de soluções
E no resto do mundo, algo está sendo feito para reverter esse quadro? Por enquanto, pode-se falar apenas em ações isoladas, mas já é um começo para uma mudança de consciência. O primeiro passo seria encontrar formas de minimizar os impactos gerados pelo processo tradicional de fabricação. "Apesar de os processos industriais terem evoluído muito nas últimas décadas, as fábricas de pranchas ainda operam praticamente da mesma maneira que há 40 anos", atesta o surfista Paulo Eduardo Grijó, coordenador do Projeto Marbras et Mundi (Movimento Associativo de Reciclagem Brasileira no Surf e no Mundo).
Mestre em Engenharia Ambiental pela Universidade Federal de Santa Catarina, Grijó sistematizou uma metodologia para minimizar o consumo de água, energia elétrica e geração de resíduos no processo fabril das pranchas de surf, além de pesquisar e criar métodos para a recuperação dos resíduos gerados. "Outra prerrogativa deste estudo é maximizar recursos naturais não renováveis, transformando o lixo industrial não eliminável em matéria-prima de segunda geração econômica, com o objetivo de valorizar estes materiais, gerar renda, novos produtos e novas oportunidades de trabalho", explica o engenheiro ambiental.
Na França, a Association Clean Shaper há três anos vem empregando recursos, tempo e energia na busca de novas soluções. "O franco-brasileiro Alexandre de Sonis é um dos responsáveis e já trocamos bastantes figurinhas sobre o assunto", conta Grijó.
Materiais alternativos
O segundo passo consiste em concentrar esforços na busca por materiais alternativos. Neste campo, uma forte tendência é a utilização cada vez maior do EPS (isopor) e da resina epóxi, menos tóxicos que o poliuretano e a resina poliéster e que podem ser reciclados. Há mais de 15 anos o shaper paulista Mario Ferminio se dedica ao aprimoramento dessa técnica. Em 2005 ele decidiu se mudar para Tubarão, em Santa Catarina, onde construiu uma nova fábrica e concebeu um método de produção ecologicamente correto. Hoje Ferminio afirma que consegue reciclar boa parte do lixo que gera.
"Minha fábrica possui estação de tratamento da água usada no polimento e um exaustor que capta e canaliza o pó gerado na lixa seca para um depósito. Além disso, para diminuir o consumo de madeira, passei a usar uma longarina de 3 mm no lugar de 6 mm. Tive que melhorar a qualidade do bloco e do tecido, mas compensa", afirma o shaper.
Recentemente, a multinacional alemã Bayer entrou no mercado com uma nova opção de matéria-prima para a produção de blocos de poliuretano, cuja fórmula substitui o tóxico TDI (Tolueno diisocianato) pelo MDI (Difenil Metano diisocianato), muito menos tóxico e menos agressivo à saúde que o primeiro, segundo os técnicos da Bayer. O novo bloco está em fase final de testes e será comercializado a partir de novembro pela Ocean King, com sede em São Paulo. "Nossa tecnologia é 100% nacional e não utiliza o gás CFC, prejudicial à camada de ozônio. Os resultados obtidos até agora são promissores", adianta Murilo Oliveira, proprietário da empresa.
Outros tipos de materiais também já foram experimentados na confecção de pranchas. A tradicional madeira (oca ou compensada), o softboard (bloco de poliestireno de alta densidade revestido com espuma de polietileno de célula fechada), a tecnologia desenvolvida pela Surftech, feita em molde com espuma expandida e resina epóxi, e até alguns tipos de materiais orgânicos como bambu, fibra de cannabis e um tipo de cipó encontrado na Amazônia. O shaper australiano Frank McWilliams, da Bamboo Surfboards, reveste blocos de EPS com uma espécie de lâmina de bambu e cobre com resina epóxi. Inclusive, o havaiano Sunny Garcia já venceu uma etapa do WCT em Bell's Beach usando uma das pranchas de Williams.
O renomado shaper Jim Banks decidiu experimentar a fibra de cannabis como alternativa. "Em 96, meu corpo já não suportava mais os efeitos de tanta química e fiquei desiludido com a toxicidade da indústria. Passei um tempo fora e quando voltei a Austrália, dediquei alguns anos ao desenvolvimento de uma tecnologia à base de fibra de cannabis. Infelizmente, acabaram os recursos para continuar a pesquisa", escreveu Banks em seu site. No entanto, um grupo britânico com foco ambiental, chamado Eden Project, produziu uma legítima "eco-board" apenas com materiais provenientes da natureza. Depois de shapeado, o bloco de madeira balsa é coberto com uma camada de fibra de cannabis que é laminada com um composto de resina derivado do óleo de uma planta.
Seguindo essa tendência, Grijó está iniciando uma pesquisa para tentar criar blocos a partir de fibras vegetais. "Nessa busca, encontrei uma que vem da Amazônia, de um cipó chamado Jagube, muito resistente e ao mesmo tempo flexível", explica. Para revestir, ele está pesquisando uma resina que é sintetizada a partir da casca de banana. "Os esforços são preliminares, mas a busca é incansável e na medida do possível vamos ceifando a lavoura da sustentabilidade. Aposto minhas fichas no poliuretano biodegradável utilizando óleos vegetais", diz Grijó.
Criatividade a serviço da ecologia
Às vezes, basta um pouco de criatividade para driblar as inconveniências da indústria. O artista plástico Darin Pappas, californiano que há alguns anos vive no Rio de Janeiro, decidiu dar um novo destino às pranchas velhas ou quebradas.
Com muito talento e inspiração, ele transforma esses verdadeiros "tocos" em belíssimas obras de arte, a que chama de "pranchas reencarnadas". As peças criadas por Pappas já rodaram o mundo em mostras e exposições.
"Uma prancha quebrada é apenas lixo, mas com memórias. Gosto de dar a elas novas identidades, sem esquecer que possuem histórias incríveis e já deram muitas alegrias aos seus antigos donos", comenta Pappas. Já os irmãos Igor e Jairo Lumertz, gaúchos que moram no Hawaii, fizeram um protótipo maluco com 85 garrafas pet, com quilhas feitas de CDs de música. Jairo inclusive usou a prancha na tradicional remada anual de Sunset até Waimea e fez sucesso entre o público.
Serviço
Marbras Et Mundi - paulosurfrecycle@yahoo.com.br
Association Clean Shaper - www.cleanshaper.com
Mario Ferminio - www.mfpranchaepoxi.com.br
Ocean King / Bayer - www.oceanking.com.br
Frank Williams / Bamboo - www.bamboosurfboards.com.au
Eden Project - www.edenproject.com/about/1364.html
Darin Pappas - www.ithaka.co.nr
Por Ricardo Macario - rmacario@edpeixes.com.br
(matéria publicada no Guia de Pranchas Fluir, outubro de 2007)
Fonte
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Conhecendo o mar e as ondas
De acordo com o posicionamentos geográfico das praias, as influências dos ventos, marés, correntes e a direção do swell, variam muito, portanto, você deve conhecê-los bem para ir ao local certo e fazer um bom surf. O nome dos ventos e das correntes é dado de acordo com a origem dos mesmos. Ex.: Vento que nasce no leste chama-se vento leste.
Ventos e correntes
Para se ter melhor conhecimento sobre ventos e correntes devemos conhecer os pontos cardeais (Norte, Sul, Leste e Oeste). O Sol nasce no Leste e se põe no Oeste, a partir daí saberemos que nome daremos ao vento e quais suas influências no mar.
· O vento terral tem este nome porque sopra da terra para o mar.
· Um vento quente, geralmente aliza o mar e torna as ondas cavadas.
· Muitos dias de vento terral pode acabar com a ondulação.
· O vento maral é o inverso do terral, sopra do mar para a terra.
· Geralmente um vento frio, mexe com o mar e pode acontecer grandes ondulações ou frente fria.
Lua
As variações da lua influem diretamente nas marés, luas fortes (lua cheia e nova) significam marés com muitas variações (muito alta e muito baixa). Luas fracas (minguante e crescente) significam poucas variações de marés. As mudanças das luas também podem influir no tamanho e formação das ondas.
Fundos
Os tipos de fundos têm influência na qualidade da formação das ondas.
· Fundo de Areia:
São bancos de areia que se modificam de acordo com as correntes e ventos, são cercados de valas que fazem a boa formação das ondas ou não, quando elas estão com pouca força.Obs.: As valas são buracos ou correntes onde a água empurrada pelas ondulações para praia retorna ao oceano.
Elas ficam sempre entre dois bancos de areia; muito boa para os surfistas pois, chegamos ao fundo com mais facilidade como também perigosas para os banhistas, pois muitos se afogam nelas, lutando contra sua força.
Exemplo de fundos de areia: Barra da Tijuca (RJ), Hossegor (França), Puerto Escondido (México).
· Fundo de Pedra:
Formados perto de encostas que têm origem no mar, são fundos constantes que só dependem de uma boa ondulação vinda na direção certa. Exemplos de fundos de pedra: Rincon Point (Califórnia), Silviera (SC-Brasil). Em alguns lugares, longe de encostas, existem acúmulos de pedras que fazem ondas de boa formação no meio das praias.· Recifes de Coral:
Este tipo de fundo se classifica de duas formas - a que se forma a partir da praia e as que se formam longe das praias.Nas que se formam longe das praias como Pipeline e Serrambi (Pernambuco), as ondulações encontram as paredes de recifes fazendo com que as ondulações quebrem longe da praia e acabem nos canais (valas). Dependem de um conjunto de fatores para que se tornem realmente boas.
O outro tipo de fundo de coral se forma a partir da praia ou de fundos muito rasos que quase formam pequenas ilhotas e, pela proximidade um do outro como arquipélago, qualquer tipo de ondulação e vento proporciona um bom divertimento fazendo ondas que muitas vezes só conseguimos chegar ao pico usando barcos. (Ex.: Cloudbraks de Tavarua em Fidji). Neste último tipo, se deve ter muita atenção com a variação das marés, pois, uando esta muito baixa se torna muito perigoso (os corais são muito afiados e em muitos momentos ficam expostos podendo causar ferimentos).
Fonte
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Dicionário do Surf
Um Bróther meu convidou para fazer um bate-volta porque tinha entrado um swell no pico e tinha altas morra.
Não entendeu nada? É que muitos surfistas utilizam uma linguagem própria, Quase um dialeto. Para você não ficar mais boiando nas conversas conheça dicionário do surf:
360 ou 3 meia = Manobra em que o surfista executa uma volta completa em torno de si mesmo e continua na mesma direção.
A
ABRASP = Associação Brasileira de Surf Profissional.
Aerial = Manobra no qual o surfista voa com a prancha.
Air Brush = Pintura que é feita na prancha.
Aloha = Saudações(em havaiano).
Amarelar = Estar com medo.
Amarradão = Estar muito contente ou estar a fim de alguma coisa.
ASP = Association of Surfing Profissionals. A ASP foi criada em 1983, e desde então, até hoje, é o órgão que governa o surf mundial.
B
Back side = É quando o surfista pega onda posicionando=se de costas para ela.
Back Wash = Quando duas ondas, uma direita e outra esquerda, se encontram.
Badaro = Surfista que conversa com as ondas.
Balde = Cair da prancha.
Bate-volta = Largar tudo para pegar onda
Bater um fio = Telefonar.
Batida = Manobra em que o surfista acerta a crista da onda com a parte de baixo da prancha.Praticamente o mesmo que off=the=lip.
Bateria = Campeonato
Beach Break = Praia com fundo de areia.
Banho = Entrar no mar
Big Rider = Surfista que é bom e gosta de pegar ondas grandes.
Bodyboarder = Nome do atleta que pratica Bodyboard (surf de peito).
Bóia = Prancha .
Bottom = Parte de baixo da prancha.
Bottom-turn = É a curva que se faz na base da onda após o drop.
Bowl = Seção tubular da onda, quando ela já está redonda.
Bróther = Amigo
Buraco = Quando parede da onda se torna rapidamente muito vertical.
C
Cabrero = Nervoso.
Cabuloso = Quando o mar está meio perigoso .
Caldo = Cair na hora de manobrar ou descer a onda.
Canal = Local onde as ondas não quebram
Cantoneira = A onda que entra no canto.
Casca Gossa = Ser determinado, não ter medo de nada .
Cavada = Fazer uma curva na base da onda em direção a crista. Mesmo que bottom turn.
CBS = Confederação Brasileira de Surf Profissional.
Quebra-coco = Lugar onde quebra onda
Chaço = Prancha velha e muito deteriorada.
Chop = O mesmo que "cordinha" ou "leash". Prende a prancha ao surfista.
Classe A = Algo muito legal .
Clean = Dia de ondas perfeitas .
Colocar Pilha (Pilhar) = Incentivar algo.
Crowd = Quando há uma grande concentração de surfista pegando onda;
Cut Back = Curva efetuada para voltar atrás na onda em direção à espuma.
D
Deck = Parte de cima da prancha ou antiderrapante de borracha.
Direita = Onda que, vista da praia, parte para o lado esquerdo, a designação é dada pela perspectiva do praticante, ou seja, do mar para terra.
Drop = Ato de descer a onda. Antecede o Bottom=turn.
E
Embarrerar = Algo que está atrapalhando .
Entubar = Quando a crista da onda encobre o surfista .
Esquerda = Onda que, vista da praia, parte para o lado direito.
Expression Session = Campeonato que elege a melhor manobra dos surfistas competidores.
F
Ficar boiando = Ficar perdido
Fins = Quilhas.
Flat = Mar liso, sem ondas, ou prancha com fundo sem curvas, concaves.
Floater = Manobra no qual o surfista chega flutuar por cima da crista da onda, quando a onda está quase quebrando.
Free Surfer = Quem surfa sem compromisso,apenas pôr prazer.
Friaca = Muito frio.
Front Side = Surfar de frente para onda.
Funboard = Pranchas que derivam do longboard, mas são menores, em torno de 7 pés. É uma boa opção para iniciantes, ou para dias de crowd, porque você consegue remar e entrar na onda antes de quem está usando uma prancha pequena.
G
Glass = Resina e fibra que revestem a prancha .
Glass = Condições sem vento, quando o mar adquire um aspecto liso e espelhado.
Goofy = Surfista que pisa com o pé direito na frente.
Grab Rail = Manobra que o surfista coloca a mão na borda da prancha para pegar um tubo de back side.
Gringo = Estrangeiro
Grommett = Surfista novo, de +/= 10 a 12 anos de idade.
Gun = Prancha grande. Apesar do tamanho, esse modelo havaiano tem menos área de contato com a água do que o longboard. Tem bastante mobilidade e é bastante manobrável. Indicada para ondas grandes.
H
Haole = Surfista que não é do local onde está surfando .
Hardcore = Palavra que define uma situação extrema, ou uma atitude pessoal marcada por um certo extremismo.
Hot Dog = Prancha para surfar ondas pequenas.
I
Inside = Zona mais perto da praia, fica a meio caminho entre a areia e o outside.
ISA = International Surfing Asociation.
J
Joelhinho = Técnica usa para poder furar a onda.
John= Roupa de neoprene(borracha) para proteger do frio. Pode ser Long(veste pernas e braços inteiros), ou Short(tipo camiseta e bermuda).
Junção = Quando a espuma de uma direita e de uma esquerda se encontram. O mesmo que Back Wash.
K
Kaô = Papo furado.
L
Larica = Matar a fome depois de surfar.
Leash = Acessório que prende a prancha ao pé do surfista .Mesmo que chop ou cordinha.
Leque = Água que sai debaixo da prancha quando o atleta curva com força.
Line Up = Alinhamento dos surfistas no outside (linha de formação das ondas).
Lip = Crista da onda. Parte mais alta da onda.
Localismo = Responsável por muitas brigas e confusões dentro da água, nas disputas pelas ondas. Muitos dos surfistas locais, querem ter preferencia nas ondas.
Long John = Roupa de neoprene (borracha) para proteger do frio (modelo para o corpo inteiro).
Longboard = São pranchas grandes, a partir de 9". Até a década de 70, eram as mais usadas. Atualmente, são as preferidas dos surfistas das antigas, iniciantes e surfistas que curter um surf mais clássico.
Lupa = Óculos de sol .
M
Mahalo = Obrigado(em havaiano).
Maral = Vento que vem do mar para terra, este vento atrapalha as ondas.
Maria Parafina = Mulher que gosta de ficar com surfistas.
Marola = Onda pequena .
Maroleiro = Surfista que gosta de ondas pequenas.
Mexidão = Mar mexido
Merreca = Onda pequena.
Merrequeiro = Surfista que só surfa ondas pequenas.
Morra = Onda enorme, assustadora.
N
Nose = Bico da prancha.
O
Off Shore = Vento lateral da terra para o mar. Este vento normalmente é quente e alisa as ondas.
On Shore = Quando o vento sopra do mar para terra. Mesmo que maral.
Outline = Esboço de uma prancha. É o desenho, a "linha de fora", o contorno que o shaper utiliza para começar a criar a prancha.
Outside = Zona do mar por trás da rebentação, zona de segurança.
P
Pés = É usado para medir o comprimento das prancha e das ondas. Equivale a 30,48 cm.
Pico = Mesmo que Point.
Plug = Bloco de polioretano utilizado para fabricação da prancha.
Point = É a mesma coisa que pico , local , lugar ou praia.
Point Break = Praia com fundo de pedra ou coral.
Polegada = Medida também utizada na medição de uma prancha equivale a 2,54 cm.
Pranchinha = Mesmo que Shortboard. São as preferidas dos surfistas tops e de amadores que gostam de velocidade e muitas manobras. Mais usadas para ondas pequenas.
Prego = Quem surfa mal.
Pró = Surfista profissional, ou amador que surfa muito bem.
R
Rabear = Quando um surfista atrapalha o outro que já está na onda.
Rasgada = Manobra redonda no Lip
Reef Break = Tipo de onda que quebra sobre um fundo de rocha ou coral.
Regular = Surfista que pisa com o pé esquerdo na frente.
S
Salão = Tubo espaçoso
Secret Point = Lugar secreto onde quebram ótimas ondas.
Sessão = Parte de uma onda. Cada sessão propicia manobras diferentes.
Session = Uma reunião entre os amigos.
Set = grupo ou conjunto de ondas.
Shape = É o modelo da prancha .
Shaper = Aquele que dá forma ao bloco, transformando=o numa prancha.
Short John = Roupa de neoprene(borracha) para proteger do frio. Modelo com mangas e pernas curtas.
Soltinho na vala = Surfando muito bem ou azarando todas as minas da noite.
Storm = Quando o mar está muito mexido .
Swell = Ondulação. Chegada de ondulação à costa.
T
Tail = Rabeta da prancha.
Tail Slide = Manobra em que o surfista derrapa a rabeta da prancha. Pode ser conjugada com outras manobras: Ex.: Aerial 360 com Tail Slide.
Tem altas = Boas ondas
Teplante = Régua de Curva usado para riscar o outline de uma prancha.
Terral = Quando venta da praia para o mar. Excelente vento, pois deixa as ondas mais alinhadas e lisas.
Toco = Prancha muito velha.
Trip = Viagem de surf , geralmente para um lugar com altas ondas.
Tube Rider = Surfista bom de pegar tubo .
Tubo = Manobra em que o surfista fica dentro da onda.
V
Vaca = Mesmo que Wipe Out. Tombo, queda.
Vala = Onda pequena, mas que dá condições de surf .
W
Wax = Anti=derrapante à base de parafina, que se põe no deck a fim de não escorregar.
WCT = World Championship Tour, é a 1ª divisão do Circuito Mundial de Surf.
Wide Point = É o ponto mais largo da prancha. Pode estar localizado tanto para cima como para baixo do meio da prancha. Influencia diretamente no design e desempenho, de acordo com o posicionamento do surfista na prancha.
Wipe Out = Mesma coisa que tombo ou vaca.
WLT = World Longboard Tour. É a 1ª divisão do Circuito Mundial de Longboard.
WPS = World Professionals Surfers. É a organização dos surfistas profissionais.
WQS = World Qualifing Series. É a 2ª divisão do Circuito Mundial de Surf.
sexta-feira, 27 de junho de 2008
A maior onda do mundo
Foi o que fez Laird Hamilton. Mas ele não é um surfista qualquer, considerado o surfista mais completo do mundo, é praticante de vários esportes ligados ao mar. Ele é um dos inventores do Town In, especialista em ondas grandes tanto remando quanto rebocado ele faz a transição do surf com o longboard com muita naturalidade e ainda pratica o windsurf em ondas e também o kitesurf. Ele também já conseguiu as maiores distâncias em provas de remada de quebra inventou o “air”, que é aquela prancha que tem uma haste em baixo com mais de um metro com uma bifurcação que quando atinge certa velocidade a prancha sai da água e fica apoiada somente na “quilha”.
E para provar que não estou mentindo veja o vídeo que mostra Laird Hamilton surfando uma das maiores ondas do mundo:
Segue abaixo também um vídeo com uma compilação de ondas surfadas por Laird Hamilton e veja a facilidade com que ele surfa.
Fontes Youtube, paipo e gonzas
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Rodrigo
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quarta-feira, 25 de junho de 2008
SOS Praias Brasil
A cada ano que passa, o principal evento de surf do País, SuperSurf, ganha mais prestígio no cenário das competições e atrai centenas de amantes da natureza, espectadores e atletas de diversas partes do Brasil. Entre os dias 11 a 15 de junho foi realizada a terceira etapa do campeonato, na badalada praia de Maresias, em São Sebastião, estado de São Paulo.Infelizmente, esse clima descontraído e de curtição acaba sendo, muitas vezes, sinônimo de descaso das pessoas com o meio ambiente e o próprio palco da competição, as praias brasileiras. Restos de comida, bitucas de cigarro, garrafas e todo tipo de lixo ficam "esquecidos" nas areias. Diante dessa situação, a ONG SOS Praias Brasil, fundada pelo casal Heloísa de Azevedo e Marcelo Marinello, chega com força total nos eventos e recolhe toda a sujeira deixada pela população.
Para Evandro Abreu, diretor de eventos da Editora Abril, que organiza o SuperSurf desde a sua criação no ano 2000, a presença da entidade contribui e muito na realização do circuito. "A ONG é uma das nossas parceiras chave, fundamental. Sempre pedimos o apoio deles, pois sabemos que algumas prefeituras são carentes, mal cuidam da praia, principalmente quando acontece um campeonato. Então, o trabalho deles é super importante, só tenho que agradecer ao Marcelo e a Helô".
Embora ainda existam pessoas despreocupadas com a preservação do meio ambiente, a presidente da ONG Heloísa acredita que o público está ficando mais consciente. "Sentimos que cada vez mais pessoas nos apóiam e estão ativas no sentido de reciclarem seus lixos e ajudarem na manutenção da limpeza das praias".
Antes de chegar em Maresias, o casal passou por Saquarema (RJ), e também notou uma grande melhora na limpeza das praias. "Na volta da segunda etapa do SuperSurf, que ocorreu no Nordeste, passamos por Saquarema e percebemos que não havia quase nenhum lixo na areia. Talvez isso tenha ocorrido por estarmos em baixa temporada, mas mesmo assim ficamos felizes, pois sempre que passamos por lá, a praia está bem suja. Foi um alívio ver a areia limpa", comemora Heloisa.
Sempre presente nas etapas, Abreu também reconhece que o trabalho de conscientização da ONG vem interferindo no comportamento das pessoas. "Tenho observado uma melhora no cuidado das praias. Por exemplo, se você olha agora na praia de Maresias, não vê um papel no chão e quantas pessoas já passam por aqui", comenta o diretor. Entretanto, ainda existe a necessidade de reforçar a campanha.
"Nós procuramos deixar a praia mais limpa possível. Sou exigente e a ONG também é, e tem que ser assim. Com isso, percebo a mudança de consciência das pessoas. Elas estão começando a se preocupar, mas não são todas. Ainda tem gente que traz cachorro para a praia e em todo lugar tem o cara consciente e o mau-educado", reforça Evandro.
Iniciando suas atividades em 1999, a ONG participa das etapas do Super Surf desde que o circuito passou a reunir a elite do surf nacional, no ano de 2000. Por meio de gincanas, distribuição de sacolinhas oxi-biodegradáveis para coleta de lixos, entre outras ações, o público, os atletas e a imprensa tomam conhecimento da importância de não deixar lixos, principalmente bitucas de cigarro, canudinhos e outros itens pequenos nas areias.
Graças ao trabalho da SOS Praias Brasil, todo o material gerado durante cada competição é separado e destinando à reciclagem. Para ajudar na coletiva seletiva, a ONG também conta com o auxílio de voluntários que moram no local onde são realizadas as etapas. Após a separação do lixo, alguns itens são vendidos e o valor arrecadado é destinado às famílias desses ajudantes.
Em Maresias, o casal se deparou com um problema, mas não desanimou. "O preço do pet baixou e a pessoa que comprou o material no ano passado relutou para receber, mas no fim, conseguimos negociar. Como ela possui um galpão próximo à praia, resolvemos não selecionar o material nesta vez. O nosso ajudante apenas retirou os sacos e levou para separar no galpão ao fim do dia", conta Helô.
Como de costume, a ONG também armou sua tenda na praia e expôs brinquedos da artista plástica Ana Velho, que reaproveita embalagens descartáveis, além de outros criados pela própria Heloísa. "No sábado e domingo realizamos sorteios de brindes em nossa tenda para a promoção da última campanha que estamos participando, Saving The Planet!. Antes da realização do sorteio, fiz uma rápida palestra para explicar o objetivo do projeto, que visa alertar a população sobre o aquecimento global", explica.
A próxima parada da entidade será na praia de Itamambuca, em Ubatuba (SP). No local será realizada a quarta etapa do SuperSurf nos dias de 09 a 13 de julho.
A SOS Praias Brasil conta com o apoio de empresas conscientes da importância de preservação e respeito pela natureza. Entre elas estão Oakley, Gretta Silk, UOT (Union Ocean Team), Nokynoy, Fama Assessoria, Esfera Soluções e site E-Radicais (uai.eradicais.com.br).
Para conhecer mais sobre a ONG SOS Praias Brasil, basta acessar o site: www.sospraiasbrasil.org.br. Informações pelo telefone (11) 8428-3802.
Por Ana Vitória Bueno
terça-feira, 24 de junho de 2008
Como fazer parafina (wax)
Se você é estilo Tio Patinhas ou prefere fazer a comprar segue uma receita para fabricação de parafina para o surf.INGREDIENTES:
Forma de empada, Vela (ou parafina que vende em farmácias) , Óleo Johnson, (opcional)- Corante
Passos:
1. Tire a linha da vela;
2.Quebra a vela em pedaços;
3.Bota uns pedaços de vela na forma;
4.Na mesma forma bota um pouco de óleo Johnson;
5. Faça o mesmo com mais formas;
6.Bote no fogão e espera derreter;
7. Depois de derreter espere esfriar;
8. Depois que esfriar, bota na geladeira;
9.Espere endurecer e tire da geladeira;
10. Tire a parafina da forma;
Agora que já tem a parafina vá para água e veja se ficou boa.
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Bons ventos em Maui
Maui é uma ilha muito interessante, onde temos do lado norte da Ilha muito vento e onda durante o ano todo, tendo dias incríveis quando onda e vento estão em harmonia perfeita. Do outro lado temos ondas incríveis e picos como Honolua Bay onde surfistas de diversos cantos do mundo chegam quando a ondulação certa encosta.Muitos são os brasileiros, argentinos, canadenses, europeus, mexicanos ... que residem em Maui, seja por algumas temporadas de onda e/ou vento do ano seja por alguns anos e, são com eles que sempre aproveitamos o melhor do vento e das ondas, até em uma época que previsão de onda quase não existe. Além claro de curtir alguns churrascos e peixadas em vossas casas.
Miler, Dudu, Plinio, Don, Mirco, Leshai, Boas, Carlos Bosó, Xavi, Patrick, Yanick... são alguns que passam algumas semanas ou meses do ano em Maui e, que juntos curtiram estes dias de final de Maio e começo de Junho... por sinal os melhores das últimas passagem pela Ilha.
Tivemos a oportunidade de nos divertir com ventos de 35 knots, dias com ondas, dias sem, velejos de wind, kite, churrascos estilo Gaucho de Praia do Cassino, e lógico umas cervejinhas ao por do sol.
Ficam aqui algumas fotos desses momentos registrados por nós e alguns residentes em Maui. Valeu a todos por esses dias Jose, Michelle, Fernanda, Tracey, Ben, Rowland, Karina, Robby, Ashley, Annitta, Tati, Thiago, Juan, Andy, Nitsan, Greg, Des, Ginardo.....
Veja as fotos no site kitesurfmania
Texto: Plínio Lavezzo
Fotos: Plinio, Miler, Boso, Jose e Karina
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quinta-feira, 12 de junho de 2008
1ª Etapa Circuito Paraibano de Kitesurf 2008
Foi realizado na praia de Ponta de Campina em Cabedelo a primeira etapa do circuito Paraibano de kitesur 2008 – Regata. O evento teve 25 inscritos, de vários estados, PB, PE, RN e SP. No sábado que era para ter tido 4 regatas o vento forte e maré agitada dificultou a montagem do percurso e ficando para o domingo a disputa. Já no domingo o ventou continuou forte mais com a maré mais calma a raia foi montada e foram realizadas 4 regatas com um descarte. O primeiro lugar ficou com o velejado Matheus Napy e a segunda colocação foi bastante disputada entre os velejados Pedro Carvalho, George Feitosa e Wilson Bodete todos com 8 pontos e sendo decidida nos critérios de desempate. Nayara Licarião mais uma vez mostrando sua boa performace entre as mulheres conquistando a primeira colocação, Wanessa Cruz em segundo lugar depois de se recuperar de uma operação de ligamentos do joelho e Carol Homsi em terceiro. Na categoria máster o campeão foi Petrônio Avellar e o grande destaque do evento foi o iniciante Matheus Amorim que com oito meses no esporte conseguiu em uma regata chegar em segundo lugar. O evento mais uma vez mostrou que veio pra ficar, com um bom numero de pessoas na praia para assistir as disputas na água. A AKP associação de kitesurf da Paraíba agradece os apoios da Ello Nordeste, Truzz, Marina Jacaré, Xtreme Boards, Bar Tião do Carangueijo e Escola de kitesurf The Hand.Colocações:
Open
1 – Matheus Napy - PB
2 – Pedro Carvalho - PB
3 – George Feitosa - PB
4 – Wilson Bodete - PB
5 – Rodrigo Palmeira - PB
Feminino
1 – Nayara Licarião - PB
2 – Wanessa Cruz - PB
3 – Carol Homsi - SP
Máster
1 – Petrônio Avellar - PB
2 – Fenoy - SC
3 – Olavo Cruz - PB
Iniciante
1 – Matheus Amorim - PB
2 – Antonio Carlos - PE
3 – Kleber Kersting - PR
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Marcadores: Campeonato, kitesurf
segunda-feira, 2 de junho de 2008
A história do Kitesurf
O kitesurf Kite em inglês = pipa, ou seja, surf com pipa! É uma mistura de windsurf com esqui, wakeboard, surf, vôo livre. Onde de desliza sobre a água em uma pranchinha ou um wakeboard, puxado pelo kite.
Muito tempo depois, por volta dos anos 1970 e 1980 a pipa chegou a ser usada para impulsionar canoas, patins, patins no gelo, esquis e esquis aquáticos. O suíço Andréas Kuhn foi quem chegou mais perto do kitesurf atual. Ele utilizava um parapente de aproximadamente 25 m2 para impulsioná-lo sobre uma prancha parecida com as wakeboards que conhecemos. Seus saltos chegaram a ser televisionados e divulgados em toda a Europa.
Mas, havia ainda um grande problema a ser resolvido. O parapente, ao cair na água, não permitia uma nova decolagem. Esse foi o grande diferencial da pipa dos irmãos Legaignoux - eles criaram uma pipa inflável que, além de permitir ser reerguida caso caísse na água, também retornava em um ângulo de 10 graus contra o vento, ideal para a decolagem.
O Kitesurf é um esporte novíssimo e que vem sendo praticado por muitos velejadores de windsurf. Em São Paulo, na represa de Guarapiranga, há praticantes desde 1998. No mundo é um esporte que vem ganhando terreno, já existem algumas revistas especializadas no mundo como a Kiteboarding.
Nem tudo foi fácil para os irmãos Legaignoux. Em 1985, ano em que patentearam o kite, o windsurf estava no auge e nenhuma empresa quis arriscar-se a produzir a pipa. Apenas 10 anos depois, em 1995, é que a pipa começou a ser produzida e comercializada.
Um dos responsáveis pela divulgação do esporte foi Robby Naish, campeão mundial de wind. Naish se apaixonou pelo esporte e hoje, além de velejar é também um fabricante de kite. Ele inclusive foi o primeiro campeão mundial de kite, em torneio realizado no ano de 1998, em Maui, no Havaí.
As primeiras tentativas de usar o kite como vela foram no final da década de 70. De lá para cá os equipamentos foram evoluindo e o Kitesurf virou uma febre.
Em um recente campeonato na França foi registrado um salto com sete segundos de duração e há registros em vídeo de feras como Robby Naish, lenda viva no Windsurf, saltando a mais de 20 metros de altura com sua pipa.
Um equipamento de Kite é composto basicamente de duas partes: a pipa e a prancha. A pipa é construída
do mesmo material dos para-quedas e possui o mesmo princípio de algumas pipas na qual podemos controlar sua trajetória. A prancha pode ser uma de surf com alças, um wakeboard ou a uma mistura das duas.Os pontos positivos dos Kites são: tamanho, comodidade no transporte e pouco vento para executar manobras. Os pontos negativos: perigo das linhas do Kite, já ocorreram alguns acidentes graves fora do Brasil e ainda poucos fornecedores de equipamentos.
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segunda-feira, 26 de maio de 2008
O Desafio de Kitesurf
No último dia do Acqua Movement, que abriu a temporada de eventos no Ceará. A competição, intitulada Desafio Kitesurf, começou na modalidade freestyle, onde os 22 atletas inscritos puderam mostrar todas suas habilidades com acrobacias próximas à areia.Em seguida, os competidores disputaram três regatas. O somatório dos pontos da freestyle, juntamente com o desempenho dos velejadores nas regatas definiu a pontuação final. A vitória ficou com Evandro Silva, seguido por Carlos Madson e Germano Nottingham. Os cinco melhores dividiram um prêmio de R$ 1,5 mil.
Resultado Freestyle:
1- Evandro Silva
2- Alexandre Goiaba
3- Germano Nottingham
4- Carlos Madison
As Primeiras fases da Regata eram compostas por Baterias de sete atletas, com os três melhores avançando para proxima fase. Na final Germano e Evandro acabaram perdendo muito tempo na largada quando se enrolaram, mesmo depois de se inrolar Evandro disparou e conseguiu chegar na segunda posição e garantir o titulo do evento.
Resultados Regata:
1- Carlos Madson
2- Evandro Silva
3- Ygor Bordovski
4- Germano Nottingham
5- Ling Walker
5- Daniel Roman
O Resultado Final ficou com a soma de Freestyle valendo 40% da pontuação e da Regata, valendo 60% da pontuação.
Resultado Final:
1- Evandro Silva
3- Germano Nottingham
4- Ygor Bordovski
5- Alexandre Goiaba
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quarta-feira, 7 de maio de 2008
FESTIVAL BRASIL TELECOM DE KITESURF WAVE 2008
Cerca de 50 atletas participaram do evento e grandes nomes do kitesurf nacional estiveram presentes, como o vice-campeão brasileiro Robertinho Vieira (BA), o terceiro colocado no ranking brasileiro João Henrique (CE) e Guilly Brandão (SP), 3 vezes e atual Campeão Brasileiro Kitewave, também sendo o melhor brasileiro colocado no mundial de Kitewave.Desde o dia 07 de março, data de inicio do evento, o sol brilhou forte e o público lotou o point do Riozinho, na praia do Campeche em Florianópolis, SC. Na água os atletas aproveitaram as boas condições e desfilaram suas pipas coloridas na regata inaugural do evento. Foi um momento único e especial que ficará guardado na memória de todos que estiveram na praia naquele final de semana, onde cerca de 40 pipas coloriram os céus do Riozinho.
Na segunda-feira, dia 10, o vento nordeste soprou na casa dos 13 nós e foram realizadas as baterias de kitewave feminino. A força das mulheres no kitesurf ficou evidente com disputas eletrizantes que consagraram Samanta Marins como a vencedora da categoria. Ainda neste dia a regata novamente coloriu o céu do Campeche com a participação de mais de 20 atletas.
Na seqüência, no dia 11, o vento virou para Sul e os competidores realizaram um desafio de Hang Time, modalidade em que o atleta dá um salto, voa com sua pipa e procura permanecer o maior tempo no ar, tendo que pousar de pé para completar a manobra. O destaque do dia foi o Luiz Roberto Formiga que voou 4,8 segundos e fez a melhor marca do dia.
Na quarta-feira dia 12, o mar aumentou com ondas de até um metro e meio e o vento constante ficou na casa dos 16 nós, possibilitando o primeiro round da single elimination da categoria kitewave open. Nesse dia, os atletas que avançaram para o segundo round foram: Fabinho da Barra, Roberto Pulga, Marc Conrad, Alexandre Magrinho, Robertinho da Bahia, Vitor Pimpolho, Zelismar Zebola e Duda Negão.
Quinta-feira, dia 13, foi o dia que o campeonato avançou até a decisão final. Ótimas condições e show de Kitesurf incendiaram o Riozinho mais uma vez. As condições eram clássicas na praia, com vento sul na casa dos 20 nós e ondas um metro. As baterias foram super disputadas e na continuação da single elimination o atleta de Ibiraquera Alexandre Takeo Magrinho levou a melhor e conquistou à primeira colocação. Zelismar Zebola ficou com o segundo lugar seguido por Robertinho da Bahia. Depois da decisão da single começaram as baterias da repescagem e quem acabou se destacando foi o atleta local Ian Owczarzack. Após avançar três baterias seguidas, Ian chegou à final da repescagem e já havia desbancado grandes favoritos da competição. Mostrando um surf de alto nível, manobrando com estilo e tendo boa leitura das ondas, Ian chega à final contra o grande campeão da single elimination Magrinho e numa disputa eletrizante acaba ganhando, chegando a primeira colocação. Foi um verdadeiro show de kitewave no riozinho.
Na sexta-feira dia 14 as boas condições do vento sul e do mar continuaram e outro Hang Time hipnotizou o público presente, dessa vez o destaque foi Renato Freitas que conseguiu um vôo de 5,16 segundos. No período da tarde, a single elimination da categoria kitewave sport também aconteceu e quem levou a melhor foi o atleta local Flávio Alves Machado que derrotou na bateria final Anders Owczarzack, segundo colocado. Outra single elimination da categoria kitewave open foi iniciada e Ian Owczarzack, continuou firme na liderança da competição, vencendo Marc Conrad em outra final épica.
Enquanto o bicho pegava dentro da água os alunos do Colégio Estadual Januária Texeira da Rocha participaram de uma gincana de caça ao lixo e depois conheceram um pouco mais do kitesurf através de palestras e demonstrações organizadas pela FECAKITE, mostrando a responsabilidade ambiental e social do festival.
No sábado, dia 15 vários veículos de comunicação estiveram presentes no Riozinho para cobrir este evento inédito no Estado de Santa Catarina. No final do dia a chuva caiu sobre as areias do Campeche e impossibilitou a continuação das provas o que fez que Ian Owczarzack se tornasse campeão do evento por antecipação.
O Festival Brasil Telecom de Kitesurf Wave Riozinho encerrou sua primeira edição no domingo, dia 16 de março de 2008, após nove dias de muito kitesurf, excelentes condições e muita competição. No podium, além de bonitos troféus personalizados aconteceu entrega de passagens para o Hawaii, Peru e Fortaleza ao primeiro, segundo e terceiro colocados da kitewave open, respectivamente. Aos primeiros colocados das outras categorias (sport, feminino e regata), troféus, pranchas de kitewave, kits de premiação e medalhas. O evento terminou como começou, de forma espetacular, reunindo a imprensa local e um grande público. Para conferir o resultado final da competição acesse www.fecakite.com.br na seção ranking. Lá você também confere fotos e vídeos do festival.
Diante do sucesso do evento, a FECAKITE está buscando a viabilização de uma etapa do circuito brasileiro de kitesurf wave ou quem sabe até do mundial.
Um abraço, bons ventos e boas ondas,
Rafael Augusto Caser Silva
Presidente da FECAKITE
rafael@fecakite.com.br
rafael_acs@hotmail.com
(48) 8403-4818
Carolina Carvalho
Assessora de Imprensa
assessoria@fecakite.com.br
caroljornalista09@hotmail.com
(48) 9105-1272
Fonte: de Olho no mar
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